Atendendo a pedidos, vou explicar como faço meu exercício de meditação. Lembre-se que você pode adequá-lo, essas técnicas não são engessadas, também são resultado do estudo e prática de outras técnicas.
Gosto de fazer de noite, já deitada para dormir. Mas meditação não tem hora, a qualquer momento do dia você pode praticar. Deito de costas e tento relaxar o máximo possível. Em primeiro lugar, peço licença ao Universo e peço a companhia apenas de energias boas. Então, imagino que estou em um lugar bem agradável. No meu caso, que gosto muito de plantas, imagino que estou em uma floresta cheia de árvores, céu azul, na beira de um rio. Céu azul, penso que não apenas contemplo aquilo tudo, mas principalmente faço parte da paisagem.
Esse é o momento em que a gente deve tentar esvaziar o pensamento, aliado a um profundo relaxamento do corpo. Os pensamentos virão, não tente evitá-los, mas também não se prenda a eles; deixe que se vão. Para ajudar a mente, uso o mantra "Eu sou a Luz", repetindo essa frase o tempo todo mentalmente. Outras vezes uso "Eu sou a Paz" e também "Eu sou o Bem". É sempre bom usar palavras de ordem que remetam ao bem, eu gosto! :)
Enquanto visualizar a cena agradável (eu uso floresta, mas pode ser praia, campo, montanha, um mundo cheio de bichinhos de pelúcia, aquilo que te alegra!), imagine todos os músculos do seu corpo relaxando. Começa pelos da testa, do rosto, mandíbula, pescoço, ombros, por aí vai, até os dedos do pé. Nos primeiros dias, é possível que você durma depois disso, mas com o tempo, você aprende a controlar.
A meditação altera um pouco o estado de consciência depois de algum tempo de prática. Talvez você não sinta diferença nas primeiras tentativas, mas você vai saber quando conseguir manter sua consciência alterada. Sabe quando você está prestes a dormir e fica no meio do caminho, imaginando coisas sem sentido (pianos voadores, elefantes pastando no jardim, buracos se abrindo no meio da rua)? Com a meditação, você consegue se manter consciente nesse plano, meio lá meio cá.
Para a regressão, durante a meditação imagino que saio da cena aprazível do começo e me ponho a subir uma escada em espiral. Engraçado é que a maioria das referências que leio a respeito de regressão trazem a figura da espiral no momento da passagem. Por isso gosto de usar. Subo essa escada em espiral, subo, subo até chegar em uma grande biblioteca. No começo, nos primeiros dias, ela era feia e enlameada, hoje está limpa e bem arrumada, deve ser graças às visitas esclarecendo minhas origens. E cada livro desses é um vida minha, eu pego, abro e vejo o que aparece.
Se é imaginação? Pra mim, parece mais com lembrança. Tente e me diga!
Beijos, Paz e Luz!
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Meditação - como fazer
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Novidades!
Essa noite não teve sonhos nem regressões, mas ontem aconteceu algo fantástico. Ou melhor, aconteceu mês passado, mas só percebi ontem.
Quando a Nana foi cremada, não fui eu quem assinou para retirar, pois não estava em condições de tomar providência nenhuma. O fato é que atrasou a cremação, foi feito só depois de uma semana, e naquela semana de dor, estava com a sensibilidade à flor da pele. O dia da cremação foi muito triste, foi num sábado também, como sua partida. Na segunda, eu sabia que já estava pronto para retirar. Mas a pessoa responsável, da família dela, não foi retirar logo. Na semana, ninguém me dava notícias, comecei a pressionar, mas eu estava muito, mas muito incomodada mesmo por saber que as cinzas da Nana estavam lá, que, se ela estivesse por aqui ainda, certamente estaria muito irritada com essa demora para trazê-la de volta pra casa.
Eu estava muito incomodada com isso. Eu sabia que não resolveria, porque essas coisas de pessoa autorizada é difícil, né? Mas mesmo assim resolvi ir até o crematório tentar resgatar minhas cinzas, o resumo da matéria da minha amada, algo pra mim (e pra alma dela) muito caro e de muito valor. Pensei, eu vou até lá, pelo menos a Nana vê que eu tô tentando fazer alguma coisa, que não a abandonei numa estante de cemitério.
Lá chegando, como eu previa, o sr. agente funerário, o Franco, homem grande, claro de pele e cabelos grisalhos, de olhar calmo e voz pausada, não quis me entregar as cinzas da minha Nana. Muito solícito, ele me mostrou o papel onde estava o nome da parente autorizada a retirar e me disse que reconhecia a nossa união, sabia que eu era a cônjuge, pois constava meu nome como dependente no plano de cremação que a Nana havia feito. Oi? Eu nem sabia que ela tinha feito plano de cremação, muito menos que eu estava como dependente. Porque eu disse pra ela que gostaria de ser cremada também (bom avisar família dessas coisas, né?), ela fez esse plano pra ela e me colocou de dependente dela, olha quanta lindeza! Mas que, como não fui eu que conduzi a burocracia da cremação, não pude sair de lá carregando meu vaso com as cinzas. Não deu certo minha empreitada, mas saí de lá bem mais aliviada. No caminho pra casa, disse, em voz alta, como se ela me ouvisse, como tenho feito "você viu, eu tentei" E tudo ficou bem novamente entre nossas almas.
O tempo passou e ontem, ao dar entrada no processo de pensão por morte, faltou provas da minha união estável com a Nana, pois o contrato que a gente fez em 2008 ainda não era casamento (como é hoje), mas valia como uma prova, o comprovante de residência como outra prova e agora eu tenho que apresentar documentos mostrando que eu era dependente dela em alguma coisa. O plano de cremação é a prova que eu precisava para entrar com esse pedido.
E é aí que aconteceu toda a magia da coisa... lá atrás, quando ela foi cremada, eu estava agoniada, pinicativa, parecia que a Nana estava me catucando pra ir naquele cemitério. Não deu certo o objetivo que me levou até lá, mas ali eu tive a informação que precisei ontem pra conseguir minha pensão: eu estava inscrita como dependente dela no plano Prever. Decerto, naquele dia, ela me cutucou pra ir pra lá e quando eu cheguei, ficou cutucando o Franco pra me mostrar o contrato em que constava meu nome na condição de cônjuge. Porque eu precisaria dessa informação, como de fato precisei. Gente, quando eu me liguei, me dei conta disso, eu fiquei tão feliz, mas eu chorei tanto! Vê se isso não é uma evidência super forte de que ela continua existindo, está por aqui e me ajudando? Virou um anjinho, minha Nana, cuida de mim, fala comigo e eu entendo sempre o que ela quer dizer.
Perceber essa armação dela pra me levar até lá, pra me ajudar, me ajudou demais nesse processo de acreditar em coisas que não podemos ver, ouvir ou tocar.
Isso só pode significar uma coisa: a vida segue!
Beijos a todos, muita Paz, muita Luz!
:)
Quando a Nana foi cremada, não fui eu quem assinou para retirar, pois não estava em condições de tomar providência nenhuma. O fato é que atrasou a cremação, foi feito só depois de uma semana, e naquela semana de dor, estava com a sensibilidade à flor da pele. O dia da cremação foi muito triste, foi num sábado também, como sua partida. Na segunda, eu sabia que já estava pronto para retirar. Mas a pessoa responsável, da família dela, não foi retirar logo. Na semana, ninguém me dava notícias, comecei a pressionar, mas eu estava muito, mas muito incomodada mesmo por saber que as cinzas da Nana estavam lá, que, se ela estivesse por aqui ainda, certamente estaria muito irritada com essa demora para trazê-la de volta pra casa.
Eu estava muito incomodada com isso. Eu sabia que não resolveria, porque essas coisas de pessoa autorizada é difícil, né? Mas mesmo assim resolvi ir até o crematório tentar resgatar minhas cinzas, o resumo da matéria da minha amada, algo pra mim (e pra alma dela) muito caro e de muito valor. Pensei, eu vou até lá, pelo menos a Nana vê que eu tô tentando fazer alguma coisa, que não a abandonei numa estante de cemitério.
Lá chegando, como eu previa, o sr. agente funerário, o Franco, homem grande, claro de pele e cabelos grisalhos, de olhar calmo e voz pausada, não quis me entregar as cinzas da minha Nana. Muito solícito, ele me mostrou o papel onde estava o nome da parente autorizada a retirar e me disse que reconhecia a nossa união, sabia que eu era a cônjuge, pois constava meu nome como dependente no plano de cremação que a Nana havia feito. Oi? Eu nem sabia que ela tinha feito plano de cremação, muito menos que eu estava como dependente. Porque eu disse pra ela que gostaria de ser cremada também (bom avisar família dessas coisas, né?), ela fez esse plano pra ela e me colocou de dependente dela, olha quanta lindeza! Mas que, como não fui eu que conduzi a burocracia da cremação, não pude sair de lá carregando meu vaso com as cinzas. Não deu certo minha empreitada, mas saí de lá bem mais aliviada. No caminho pra casa, disse, em voz alta, como se ela me ouvisse, como tenho feito "você viu, eu tentei" E tudo ficou bem novamente entre nossas almas.
O tempo passou e ontem, ao dar entrada no processo de pensão por morte, faltou provas da minha união estável com a Nana, pois o contrato que a gente fez em 2008 ainda não era casamento (como é hoje), mas valia como uma prova, o comprovante de residência como outra prova e agora eu tenho que apresentar documentos mostrando que eu era dependente dela em alguma coisa. O plano de cremação é a prova que eu precisava para entrar com esse pedido.
E é aí que aconteceu toda a magia da coisa... lá atrás, quando ela foi cremada, eu estava agoniada, pinicativa, parecia que a Nana estava me catucando pra ir naquele cemitério. Não deu certo o objetivo que me levou até lá, mas ali eu tive a informação que precisei ontem pra conseguir minha pensão: eu estava inscrita como dependente dela no plano Prever. Decerto, naquele dia, ela me cutucou pra ir pra lá e quando eu cheguei, ficou cutucando o Franco pra me mostrar o contrato em que constava meu nome na condição de cônjuge. Porque eu precisaria dessa informação, como de fato precisei. Gente, quando eu me liguei, me dei conta disso, eu fiquei tão feliz, mas eu chorei tanto! Vê se isso não é uma evidência super forte de que ela continua existindo, está por aqui e me ajudando? Virou um anjinho, minha Nana, cuida de mim, fala comigo e eu entendo sempre o que ela quer dizer.
Perceber essa armação dela pra me levar até lá, pra me ajudar, me ajudou demais nesse processo de acreditar em coisas que não podemos ver, ouvir ou tocar.
Isso só pode significar uma coisa: a vida segue!
Beijos a todos, muita Paz, muita Luz!
:)
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terça-feira, 30 de julho de 2013
Sem novidades
Essa noite foi muito calma, nem regressão, nem sonho, nem nada.
Até meditei um pouco, alterei a consciência, mas não encontrei a Nana. Tampouco cheguei a alcançar alguma vida passada, bastou que eu chegasse à Grande Biblioteca para ou adormecer ou viajar sem que me lembre.
Fazia tempo que uma noite não passava batida. O frio diminuiu, mas ontem não conseguia me concentrar, acho que é porque a casa tá muito bagunçada, esse processo de mudança. Tem um monte de coisas pra fazer, coisas fora do lugar, e, ao invés de resolver tudo logo, eu tenho tendência a protelar as coisas, fico enrolando, a Nana ficava enlouquecida comigo.
Ontem parecia que ela me cutucava, me animando a fazer coisas. Desmontei um cômodo todo, o quarto de hóspedes. O pessoal da imobiliária veio fazer avaliação para locação. Tudo muito triste pra mim. Quase morri de vergonha, receber o povo na zona que tá aqui. Expondo minha intimidade. Queria entender logo o sentido de tantas perdas, pois tenho consciência que, ao menos nessa encarnação, jamais fui uma pessoa cruel. Muito pelo contrário, até onde lembro, fiz de tudo por todos, sempre cedi, sempre abri mão de mim pelos outros. E parece que as coisas custam dar certo pra mim, por mais que eu tente fazer coisas boas para atrair coisas boas.
É, ficar lamentando também não resolve, vamos pra luta. Conseguir juntar meus cacos em sacos, caixas e sacolas, carregar e levar. Viver amontoada por um tempo, até conseguir me organizar. Pelo meu ritmo, talvez demore anos!
É isso, gente! A audiência do blog aumentando, maior orgulho! Super obrigada!
Taí. O dom da escrita é algo que ninguém tira de mim, que não tem perigo de eu perder. Preciso de mais?
:)
Beijos, Paz e Luz!
Até meditei um pouco, alterei a consciência, mas não encontrei a Nana. Tampouco cheguei a alcançar alguma vida passada, bastou que eu chegasse à Grande Biblioteca para ou adormecer ou viajar sem que me lembre.
Fazia tempo que uma noite não passava batida. O frio diminuiu, mas ontem não conseguia me concentrar, acho que é porque a casa tá muito bagunçada, esse processo de mudança. Tem um monte de coisas pra fazer, coisas fora do lugar, e, ao invés de resolver tudo logo, eu tenho tendência a protelar as coisas, fico enrolando, a Nana ficava enlouquecida comigo.
Ontem parecia que ela me cutucava, me animando a fazer coisas. Desmontei um cômodo todo, o quarto de hóspedes. O pessoal da imobiliária veio fazer avaliação para locação. Tudo muito triste pra mim. Quase morri de vergonha, receber o povo na zona que tá aqui. Expondo minha intimidade. Queria entender logo o sentido de tantas perdas, pois tenho consciência que, ao menos nessa encarnação, jamais fui uma pessoa cruel. Muito pelo contrário, até onde lembro, fiz de tudo por todos, sempre cedi, sempre abri mão de mim pelos outros. E parece que as coisas custam dar certo pra mim, por mais que eu tente fazer coisas boas para atrair coisas boas.
É, ficar lamentando também não resolve, vamos pra luta. Conseguir juntar meus cacos em sacos, caixas e sacolas, carregar e levar. Viver amontoada por um tempo, até conseguir me organizar. Pelo meu ritmo, talvez demore anos!
É isso, gente! A audiência do blog aumentando, maior orgulho! Super obrigada!
Taí. O dom da escrita é algo que ninguém tira de mim, que não tem perigo de eu perder. Preciso de mais?
:)
Beijos, Paz e Luz!
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segunda-feira, 29 de julho de 2013
Segundona
Ontem eu estava péssima, hoje acordei ótima.
Quem acorda ótima numa segunda? Eu.
Também não tenho nenhum serviço pra encarar, fora a mudança. Ai, a mudança. Gente, como a gente acumula coisas desnecessárias ao longo da vida. Cada cacareco da Nana que eu, a muito custo, decido por me desfazer, é um drama. Dou um beijinho no negócio, peço desculpas por dar aquilo e vou distribuindo em sacos fragmentos da nossa existência. Mas já está acabando, falta pouco e hoje amanheci bem. Deve ser essa história de ciclos... ontem, domingo, final de ciclo. Hoje, segunda, renascimento. Somos todos recém-nascidos numa segunda de manhã. Por isso resmungamos, estamos impacientes e com sono, somos bebês de novo. Aprendemos as missões da semana, na terça já somos jovens, quarta adultos e quinta já estamos maduros e cansados. Na sexta nos aposentamos, sábado curtimos nossa aposentadoria e domingo morremos um pouco, para renascer na segunda. Eu e minhas comparações!
Noite passada encontrei com a Nana no desdobramento, mas a gente se perdeu muito rápido, eu estava com sono e dificuldade de concentração. Mas valeu porque ela estava feliz e risonha, disse pra eu não chorar, porque ela fica triste também e não pode fazer nada. É que ontem foi doído mesmo, mas nos perdemos rápido nesse encontro, não alcancei vida passada nenhuma, dormi rapidinho. E sonhei com ela. No sonho, me dizia que não podia ficar muito porque precisava ajudar os pinguins a não morrerem de frio aqui em Rio Preto. E olha que essa noite nem foi gelada, hoje já tá sol arreganhado, quente fora de casa e um pouco frio aqui dentro. Mas achei engraçado, acho que ela estava fazendo piada. Mas depois, mesmo no sonho, entendi que agora ela ajuda pessoas, me ajuda. Deve ser tarefa complexa cuidar de mim no plano espiritual, porque eu sou muito avoada. Se eu contar das vezes que sobrevivi na vida por pura sorte... Acho que é isso, foi isso que eu entendi: ela tem afazeres, ajuda a cuidar das pessoas, ajuda a cuidar de mim, virou anjinho minha Nana.
Hoje foi isso. Continuar revirando coisas, desfazendo de coisas, lidando com coisas.
Boa semana pra todo mundo, começou tudo de novo!
Beijos, Paz e Luz.
Quem acorda ótima numa segunda? Eu.
Também não tenho nenhum serviço pra encarar, fora a mudança. Ai, a mudança. Gente, como a gente acumula coisas desnecessárias ao longo da vida. Cada cacareco da Nana que eu, a muito custo, decido por me desfazer, é um drama. Dou um beijinho no negócio, peço desculpas por dar aquilo e vou distribuindo em sacos fragmentos da nossa existência. Mas já está acabando, falta pouco e hoje amanheci bem. Deve ser essa história de ciclos... ontem, domingo, final de ciclo. Hoje, segunda, renascimento. Somos todos recém-nascidos numa segunda de manhã. Por isso resmungamos, estamos impacientes e com sono, somos bebês de novo. Aprendemos as missões da semana, na terça já somos jovens, quarta adultos e quinta já estamos maduros e cansados. Na sexta nos aposentamos, sábado curtimos nossa aposentadoria e domingo morremos um pouco, para renascer na segunda. Eu e minhas comparações!
Noite passada encontrei com a Nana no desdobramento, mas a gente se perdeu muito rápido, eu estava com sono e dificuldade de concentração. Mas valeu porque ela estava feliz e risonha, disse pra eu não chorar, porque ela fica triste também e não pode fazer nada. É que ontem foi doído mesmo, mas nos perdemos rápido nesse encontro, não alcancei vida passada nenhuma, dormi rapidinho. E sonhei com ela. No sonho, me dizia que não podia ficar muito porque precisava ajudar os pinguins a não morrerem de frio aqui em Rio Preto. E olha que essa noite nem foi gelada, hoje já tá sol arreganhado, quente fora de casa e um pouco frio aqui dentro. Mas achei engraçado, acho que ela estava fazendo piada. Mas depois, mesmo no sonho, entendi que agora ela ajuda pessoas, me ajuda. Deve ser tarefa complexa cuidar de mim no plano espiritual, porque eu sou muito avoada. Se eu contar das vezes que sobrevivi na vida por pura sorte... Acho que é isso, foi isso que eu entendi: ela tem afazeres, ajuda a cuidar das pessoas, ajuda a cuidar de mim, virou anjinho minha Nana.
Hoje foi isso. Continuar revirando coisas, desfazendo de coisas, lidando com coisas.
Boa semana pra todo mundo, começou tudo de novo!
Beijos, Paz e Luz.
domingo, 28 de julho de 2013
Mensagem do bem
Domingo, tempo frio.
Ontem de noite, depois do último post, recebi a visita do Carlinhos, veio acompanhado de uma amiga, a Flá, que já sofreu um acidente de carro e entrou em coma. Quase morreu, portanto. Claro que eu tenho o perguntador ligado, né? Logo que a menina chegou eu já perguntei se ela se importava em falar sobre o acidente. Ela disse que sem problema nenhum. Perguntei se ela se lembra de ter estado em um outro plano, ela disse que não se lembra de nada, mas contou que aconteceu uma coisa muito louca: no dia em que ela sofreu o acidente, já foi entubada para a UTI e entrou em coma, a previsão é que ela fosse acordar dentro de cinco dias. Nessa noite, do acidente, uma amiga dela sonhou que a encontrava em um lugar que parecia um ante-sala, com muita gente de branco, pareciam médicos, enfermeiros. Um tipo de hospital, mesmo. Na noite seguinte, a amiga dessa moça que entrou em coma sonhou novamente que havia ido encontrá-la naquele mesmo lugar, mas que ela não estava mais lá. A amiga da acidentada ficou até com medo dela ter partido, mas na verdade a Flá havia mesmo é despertado do coma antes do tempo previsto, não estava mais entre a vida e a morte, não estava mais naquela sala de transição, portanto. E mesmo sem saber que a Flá já havia deixado o coma, sua amiga viu que ela não estava mais naquele lugar. Ela foi até lá procurar a amiga e não encontrou. Pura viagem astral.
Essas coisas que a ciência não explica e a gente vive tentando entender, eu pelo menos.
E quanto a mim, bom.
Tá muito frio no Brasil de forma geral, e na minha cidade, São José do Rio Preto, que costuma ser um lugar muito quente, a gente que é habitante sofre muito. Então ontem eu não consegui fazer meditação, pois não conseguia relaxar, só queria ficar encolhida tentando me aquecer. Mas consegui sonhar. Outro sonho cheio de mensagem bonita. Sonhei que perguntava aos espíritos que me encontravam no sonho (não me lembro de conhecer ninguém, mas pareciam ser boas almas) por que eu estava passando por tudo isso, minha vida toda desconstruída ruindo diante dos meus olhos, meu lar, minha casa, minha identidade. Tudo isso sem minha Nana, o que é pior. A alma do sonho, um homem alto e magro, disse que para a minha missão, eu tenho que estar desapegada de tudo isso.
Ai, gente pode parar. Não quero saber de missão, não quero saber de me dedicar aos outros, eu quero minha vidinha pacata. Eu tenho medo de me tornar espírita e, como tantos outros, ter que abrir mão da própria vida em função de amenizar a dor do próximo. Eu não sei se eu sou uma pessoa boa, mas eu tento ser, sabe? Mas não sei se a esse ponto. De me dedicar totalmente aos outros. Droga, viu?
Pior é que essa dor que eu sinto é tão foda, tão aguda, tão doída que se eu pudesse fazer qualquer coisa para que qualquer pessoa não sentisse isso, eu faria. Enfim.
Hoje é domingo, vou continuar o processo dolorido de mudança.
Beijos, gente. Paz e Luz!
Ontem de noite, depois do último post, recebi a visita do Carlinhos, veio acompanhado de uma amiga, a Flá, que já sofreu um acidente de carro e entrou em coma. Quase morreu, portanto. Claro que eu tenho o perguntador ligado, né? Logo que a menina chegou eu já perguntei se ela se importava em falar sobre o acidente. Ela disse que sem problema nenhum. Perguntei se ela se lembra de ter estado em um outro plano, ela disse que não se lembra de nada, mas contou que aconteceu uma coisa muito louca: no dia em que ela sofreu o acidente, já foi entubada para a UTI e entrou em coma, a previsão é que ela fosse acordar dentro de cinco dias. Nessa noite, do acidente, uma amiga dela sonhou que a encontrava em um lugar que parecia um ante-sala, com muita gente de branco, pareciam médicos, enfermeiros. Um tipo de hospital, mesmo. Na noite seguinte, a amiga dessa moça que entrou em coma sonhou novamente que havia ido encontrá-la naquele mesmo lugar, mas que ela não estava mais lá. A amiga da acidentada ficou até com medo dela ter partido, mas na verdade a Flá havia mesmo é despertado do coma antes do tempo previsto, não estava mais entre a vida e a morte, não estava mais naquela sala de transição, portanto. E mesmo sem saber que a Flá já havia deixado o coma, sua amiga viu que ela não estava mais naquele lugar. Ela foi até lá procurar a amiga e não encontrou. Pura viagem astral.
Essas coisas que a ciência não explica e a gente vive tentando entender, eu pelo menos.
E quanto a mim, bom.
Tá muito frio no Brasil de forma geral, e na minha cidade, São José do Rio Preto, que costuma ser um lugar muito quente, a gente que é habitante sofre muito. Então ontem eu não consegui fazer meditação, pois não conseguia relaxar, só queria ficar encolhida tentando me aquecer. Mas consegui sonhar. Outro sonho cheio de mensagem bonita. Sonhei que perguntava aos espíritos que me encontravam no sonho (não me lembro de conhecer ninguém, mas pareciam ser boas almas) por que eu estava passando por tudo isso, minha vida toda desconstruída ruindo diante dos meus olhos, meu lar, minha casa, minha identidade. Tudo isso sem minha Nana, o que é pior. A alma do sonho, um homem alto e magro, disse que para a minha missão, eu tenho que estar desapegada de tudo isso.
Ai, gente pode parar. Não quero saber de missão, não quero saber de me dedicar aos outros, eu quero minha vidinha pacata. Eu tenho medo de me tornar espírita e, como tantos outros, ter que abrir mão da própria vida em função de amenizar a dor do próximo. Eu não sei se eu sou uma pessoa boa, mas eu tento ser, sabe? Mas não sei se a esse ponto. De me dedicar totalmente aos outros. Droga, viu?
Pior é que essa dor que eu sinto é tão foda, tão aguda, tão doída que se eu pudesse fazer qualquer coisa para que qualquer pessoa não sentisse isso, eu faria. Enfim.
Hoje é domingo, vou continuar o processo dolorido de mudança.
Beijos, gente. Paz e Luz!
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sábado, 27 de julho de 2013
Sonho Premonitório
Hoje concretizou-se uma premonição de um sonho. Quando fui almoçar com a minha mãe, ao estar com ela, lembrei que hoje pela manhã tive um sonho breve com o meu irmão: ele aparecia barbudo, alto e magro, com o cabelo raleando em cima. Mas eu fiquei tão empolgada em vê-lo (meu irmão faleceu há um ano), acordei com o coração disparado. Comentei com a minha mãe, ela não entendeu, já que meu irmão nunca gostou de barba, eu também não entendi, mas achamos legal, minha mãe disse que faz muito tempo que não sonha com ele e tal.
Agora de noitinha estava em casa, no computador, na internet pra variar, jogando qualquer coisa como sempre, me ligou um amigo, o Dan, dizendo que estava com o também amigo Lelo e gostariam de me ver. Vieram para cá. Pois não é que o Dan estava exatamente como meu irmão apareceu no sonho? Com uma barba espessa, o cabelo raleando, ele é alto e magro. Lembrei do sonho na hora, foi muito parecida a imagem.
Por maior dos pecados, bem esse sonho eu não relatei no diário, droga. Porque eu faço os posts pela manhã, algum evento extraordinário venho de noite, como hoje, mas esse sonho só foi lembrado na hora do almoço, contaria amanhã. Mas a premonição se deu rápido! Quase sempre não é assim. Quando meus sonhos premonitórios acontecem, leva uns quinze dias pra realizar. Se bem que eu já tive um que foi rápido também, tive um pesadelo na véspera do incêndio da boate Kiss, que matou mais de duzentos jovens em janeiro de 2013. No meu pesadelo, corpos apareciam empilhados e eu sentia cheiro de sangue muito forte. Na ocasião do incêndio, vi uma cena idêntica do resgate das vítimas na internet. Meu pesadelo aconteceu, infelizmente de uma forma horrível. Quer dizer, essa cena já estava programada para acontecer, eu estive nela antes que acontecesse. Infelizmente, no sonho não dava detalhes que pudesse prevenir uma catástrofe dessas, só fui avisada com antecedência que isso iria acontecer. Não sei porquê também, minha alma deve ser xereta, eu sou muito curiosa, hehehe.
Gente, desde que comecei com as meditações, minha intuição anda super boa. Hoje de manhã estava esperando um amigo, o Carlinhos, pensei nele e o interfone tocou. Agora lembrei dele de novo e me mandou mensagem. Louco, né?
Lelo e Dan, na visita, não quiseram fazer a brincadeira do copo. Lelo topo empolgado, Dan não quis nem saber. É uma pena, estou com vontade e sentindo que posso me comunicar bem com esse pessoal do mundo invisível.
Saudade cruel da minha Nana. Sinto sua falta, menina. Saudade nível hard. Te amo.
Eu sinto muito,
Me perdoa,
Sou grata,
Eu te amo!
Agora de noitinha estava em casa, no computador, na internet pra variar, jogando qualquer coisa como sempre, me ligou um amigo, o Dan, dizendo que estava com o também amigo Lelo e gostariam de me ver. Vieram para cá. Pois não é que o Dan estava exatamente como meu irmão apareceu no sonho? Com uma barba espessa, o cabelo raleando, ele é alto e magro. Lembrei do sonho na hora, foi muito parecida a imagem.
Por maior dos pecados, bem esse sonho eu não relatei no diário, droga. Porque eu faço os posts pela manhã, algum evento extraordinário venho de noite, como hoje, mas esse sonho só foi lembrado na hora do almoço, contaria amanhã. Mas a premonição se deu rápido! Quase sempre não é assim. Quando meus sonhos premonitórios acontecem, leva uns quinze dias pra realizar. Se bem que eu já tive um que foi rápido também, tive um pesadelo na véspera do incêndio da boate Kiss, que matou mais de duzentos jovens em janeiro de 2013. No meu pesadelo, corpos apareciam empilhados e eu sentia cheiro de sangue muito forte. Na ocasião do incêndio, vi uma cena idêntica do resgate das vítimas na internet. Meu pesadelo aconteceu, infelizmente de uma forma horrível. Quer dizer, essa cena já estava programada para acontecer, eu estive nela antes que acontecesse. Infelizmente, no sonho não dava detalhes que pudesse prevenir uma catástrofe dessas, só fui avisada com antecedência que isso iria acontecer. Não sei porquê também, minha alma deve ser xereta, eu sou muito curiosa, hehehe.
Gente, desde que comecei com as meditações, minha intuição anda super boa. Hoje de manhã estava esperando um amigo, o Carlinhos, pensei nele e o interfone tocou. Agora lembrei dele de novo e me mandou mensagem. Louco, né?
Lelo e Dan, na visita, não quiseram fazer a brincadeira do copo. Lelo topo empolgado, Dan não quis nem saber. É uma pena, estou com vontade e sentindo que posso me comunicar bem com esse pessoal do mundo invisível.
Saudade cruel da minha Nana. Sinto sua falta, menina. Saudade nível hard. Te amo.
Eu sinto muito,
Me perdoa,
Sou grata,
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Sonhos enigmáticos
Acho que tenho sido bem cuidada pelos espíritos bons, protetores e de luz, porque tenho tido sonhos enigmáticos e cheios de mensagens. O dessa noite, por exemplo, sonhei em que havia um leão guardando um muro que eu tinha que transpor. Eu vi o leão, fiquei com medo, comecei a pensar coisas ruins. Foi então que o leão olhou pra mim e disse (sim, leões falam em sonhos, como não?): "Os pensamentos ruins devem passar, os pensamentos bons devem permanecer". A gente meio que sabe disso, né? Evitar pensamentos ruins, pensar positivo para atrair coisas boas. Mas dito por um Leão Guardião do muro que eu não sei de onde, no meio de um sonho doido na madrugada, tem outro peso. Tem mais valor um leãozinho faladeiro.
Estive com Nana essa noite. Lembro de eu estar sentada à mesa da cozinha e ela chegar por trás e me abraçar, dizer que nada mudou, que um dia ela ainda vai voltar, como todo mundo. Foi isso mesmo, agora lembro detalhes, estive com ela! :)
A regressão de ontem foi meio rápida, pois tive que interromper pra fazer um xixi. E no frio, a vontade fazer xixi parece muito maior e incomoda bem mais. Mas o pouco que consegui ver no desdobramento foi uma mulher cozinhando dentro de uma casa simples, parecia de pau a pique, sem reboco, no campo, básica mesmo. Certeza que já fui do campo.
Outra coisa de que me lembro é um batalhão de soldados, acredito que alemães, passando bem próximos a mim. No princípio, fiquei chateada, pensei: "Será que eu já fui nazista? No meio desses soldados alemães..." Mas vi que eu não marchava com eles, apenas os observava passar. Sempre tive muita admiração pelo povo judeu, esse povo sofrido, valente guerreiro. Difícil ter sido nazista. Mas pelo visto minha alma vivia por lá na época da Segunda Guerra.
Eu, hein?
Hoje acordei um pouco melhor, até meio feliz, arrisco. Ontem estava tão triste, que bom que hoje tá mais fácil. Agora acho que os dias serão mesmo assim, uns um pouco mais tranquilos, outros mais duros, alguns até com momentos de desespero. Mas força. Com fé e vontade, vamos enfrentando esse desafio chamado Vida.
Beijos, Paz e Luz!
Estive com Nana essa noite. Lembro de eu estar sentada à mesa da cozinha e ela chegar por trás e me abraçar, dizer que nada mudou, que um dia ela ainda vai voltar, como todo mundo. Foi isso mesmo, agora lembro detalhes, estive com ela! :)
A regressão de ontem foi meio rápida, pois tive que interromper pra fazer um xixi. E no frio, a vontade fazer xixi parece muito maior e incomoda bem mais. Mas o pouco que consegui ver no desdobramento foi uma mulher cozinhando dentro de uma casa simples, parecia de pau a pique, sem reboco, no campo, básica mesmo. Certeza que já fui do campo.
Outra coisa de que me lembro é um batalhão de soldados, acredito que alemães, passando bem próximos a mim. No princípio, fiquei chateada, pensei: "Será que eu já fui nazista? No meio desses soldados alemães..." Mas vi que eu não marchava com eles, apenas os observava passar. Sempre tive muita admiração pelo povo judeu, esse povo sofrido, valente guerreiro. Difícil ter sido nazista. Mas pelo visto minha alma vivia por lá na época da Segunda Guerra.
Eu, hein?
Hoje acordei um pouco melhor, até meio feliz, arrisco. Ontem estava tão triste, que bom que hoje tá mais fácil. Agora acho que os dias serão mesmo assim, uns um pouco mais tranquilos, outros mais duros, alguns até com momentos de desespero. Mas força. Com fé e vontade, vamos enfrentando esse desafio chamado Vida.
Beijos, Paz e Luz!
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Sonho com caixa
Hoje tá tenso.
Ontem o carro que era da Nana foi transferido pro meu nome. Desde a hora em que o despachante ligou dizendo que a transação havia sido concluída que eu não paro de chorar. Porque se eu fiquei feliz por um lado por ter ganho esse carro, por outro tudo o que eu queria era minha Nana aqui, sem precisar passar carro pro meu nome. Então ontem foi um dia especialmente dolorido. Eu não gosto de vir aqui chorar as pitangas, pois nunca tive como proposta fazer deste blog um muro de lamentações (para isso já existe Facebook) mas estou realmente triste e um dia vou reler e lembrar da minha dor e pensar "puxa, passou." Até lá, aguenta aí meu chororô.
Ontem consegui fazer desdobramento e tão logo me descolei do corpo já encontrei minha Nana. Ela veio correndo me encontrar, disse que é muito lindo onde ela fica, mas ainda não pode me levar ainda. Estava feliz e risonha, então durante a viagem astral de ontem me senti muito feliz. Quis ir para alguma vida aleatória, mal lembro de uma mulher caminhando por um campo com uma criança loira do lado. Não sei se a mulher era eu ou a criança, mas não consegui me fixar, adormeci muito rápido. Mesmo assim, lembrei do encontro com a Nana direitinho.
Lembrei também nitidamente do sonho que eu tive, embora breve. Uma menina novinha, sei lá, uns 8 anos, me aparecia com uma caixinha de madeira ou de papelão, não lembro, dizendo que o segredo da felicidade era fazer caber naquela caixinha tudo o que nos é importante, o que é necessário pra gente ser feliz.
Certamente foi alguma mensagem de espíritos de luz, me ajudando nesse momento difícil de desapego, de deixar nossa casa, deixar pra trás tudo o que foi a nossa vida e dar início ao que será a minha vida.
Ontem, quando voltava da casa da minha mãe, aconteceu algo engraçado também. Eu sentei ao volante, me ajeitei no carro e disse: "Agora sou eu que tô no comando!". O engraçado é que eu disse isso consciente, mas com a entonação da Nana, com a voz dela, sem querer imitar, saiu. Parecia ela dizendo. Será que ela me usou um pouquinho pra brincar de dirigir o carro? Como na hora eu assustei, minha consciência voltou pro lugar total, na hora. Mas tive a impressão dela ter estado ali, em mim. Bom, a gente tem liberdade pra isso, se for o caso. Não me incomoda! :)
Muita loucura pro horário? Eu não me lembro de ter dito que era normal.
Beijos, Paz e Luz!
Ontem o carro que era da Nana foi transferido pro meu nome. Desde a hora em que o despachante ligou dizendo que a transação havia sido concluída que eu não paro de chorar. Porque se eu fiquei feliz por um lado por ter ganho esse carro, por outro tudo o que eu queria era minha Nana aqui, sem precisar passar carro pro meu nome. Então ontem foi um dia especialmente dolorido. Eu não gosto de vir aqui chorar as pitangas, pois nunca tive como proposta fazer deste blog um muro de lamentações (para isso já existe Facebook) mas estou realmente triste e um dia vou reler e lembrar da minha dor e pensar "puxa, passou." Até lá, aguenta aí meu chororô.
Ontem consegui fazer desdobramento e tão logo me descolei do corpo já encontrei minha Nana. Ela veio correndo me encontrar, disse que é muito lindo onde ela fica, mas ainda não pode me levar ainda. Estava feliz e risonha, então durante a viagem astral de ontem me senti muito feliz. Quis ir para alguma vida aleatória, mal lembro de uma mulher caminhando por um campo com uma criança loira do lado. Não sei se a mulher era eu ou a criança, mas não consegui me fixar, adormeci muito rápido. Mesmo assim, lembrei do encontro com a Nana direitinho.
Lembrei também nitidamente do sonho que eu tive, embora breve. Uma menina novinha, sei lá, uns 8 anos, me aparecia com uma caixinha de madeira ou de papelão, não lembro, dizendo que o segredo da felicidade era fazer caber naquela caixinha tudo o que nos é importante, o que é necessário pra gente ser feliz.
Certamente foi alguma mensagem de espíritos de luz, me ajudando nesse momento difícil de desapego, de deixar nossa casa, deixar pra trás tudo o que foi a nossa vida e dar início ao que será a minha vida.
Ontem, quando voltava da casa da minha mãe, aconteceu algo engraçado também. Eu sentei ao volante, me ajeitei no carro e disse: "Agora sou eu que tô no comando!". O engraçado é que eu disse isso consciente, mas com a entonação da Nana, com a voz dela, sem querer imitar, saiu. Parecia ela dizendo. Será que ela me usou um pouquinho pra brincar de dirigir o carro? Como na hora eu assustei, minha consciência voltou pro lugar total, na hora. Mas tive a impressão dela ter estado ali, em mim. Bom, a gente tem liberdade pra isso, se for o caso. Não me incomoda! :)
Muita loucura pro horário? Eu não me lembro de ter dito que era normal.
Beijos, Paz e Luz!
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quinta-feira, 25 de julho de 2013
Sempre juntas
Essa noite sonhei com a Nana, sem a ajuda do aplicativo nem nada. Ou o sonho foi muito curto ou eu simplesmente esqueci o que veio antes e o que veio depois. Apenas lembro do rostinho rosado dela sorridente me dizendo pra eu não me preocupar que estaríamos sempre juntas.
Resultado? Não paro de chorar desde a hora em que levantei. Já estamos indo para dois meses que eu a perdi e a dor ainda não dá sinais de ceder. Já fazia uns três dias que eu não tinha notícias da minha baixinha, mas essa noite ela conseguiu aparecer. Se manifestar. Mas como eu só choro, nem sei quando ela volta.
Meu medo é de que talvez ela estivesse se despedindo para partir para um outro plano ou coisa parecida, pois o tom era de despedida. Mas também estou interpretando por conta própria.
Sonhei também que um amigo, que ano passado me propôs ser mãe de aluguel (olha a doideira) estava tentando engravidar uma outra amiga. No sonho, parece que fiquei meio enciumada.
Cuidar da Nana demandava muito tempo da minha vida, praticamente todo. Ela se foi, ficou um buraco gigante nos afazeres do dia a dia. Então pensei na proposta desse amigo, pensei em ter um bebê. Mas tenho algum receio de transferir todo essa amor pela Nana para o bebê e causar danos irreversíveis no emocional da criança e meu também. Então tô deixando quieto por enquanto essa história.
Então foram esses meus sonhos. Ontem estava com muita dor de cabeça, não consegui regredir. Tentei, mas dormi logo. Esse frio também não ajuda a meditar, caramba, a gente só quer se engruvinhar, não quer relaxar e esticar.
Ontem a Felícia me contou que estava brincando com o cachorro na sala e de repente o cachorro parou de brincar com ela pra latir para a poltrona vazia da sala. Felícia acha que era a Nana, e eu também, pois ela consegue se comunicar perfeitamente bem com o cachorro, que tem a mediunidade desenvolvida.
Coisa de doido, minha vida.
Beijos, Paz e Luz!
Resultado? Não paro de chorar desde a hora em que levantei. Já estamos indo para dois meses que eu a perdi e a dor ainda não dá sinais de ceder. Já fazia uns três dias que eu não tinha notícias da minha baixinha, mas essa noite ela conseguiu aparecer. Se manifestar. Mas como eu só choro, nem sei quando ela volta.
Meu medo é de que talvez ela estivesse se despedindo para partir para um outro plano ou coisa parecida, pois o tom era de despedida. Mas também estou interpretando por conta própria.
Sonhei também que um amigo, que ano passado me propôs ser mãe de aluguel (olha a doideira) estava tentando engravidar uma outra amiga. No sonho, parece que fiquei meio enciumada.
Cuidar da Nana demandava muito tempo da minha vida, praticamente todo. Ela se foi, ficou um buraco gigante nos afazeres do dia a dia. Então pensei na proposta desse amigo, pensei em ter um bebê. Mas tenho algum receio de transferir todo essa amor pela Nana para o bebê e causar danos irreversíveis no emocional da criança e meu também. Então tô deixando quieto por enquanto essa história.
Então foram esses meus sonhos. Ontem estava com muita dor de cabeça, não consegui regredir. Tentei, mas dormi logo. Esse frio também não ajuda a meditar, caramba, a gente só quer se engruvinhar, não quer relaxar e esticar.
Ontem a Felícia me contou que estava brincando com o cachorro na sala e de repente o cachorro parou de brincar com ela pra latir para a poltrona vazia da sala. Felícia acha que era a Nana, e eu também, pois ela consegue se comunicar perfeitamente bem com o cachorro, que tem a mediunidade desenvolvida.
Coisa de doido, minha vida.
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quarta-feira, 24 de julho de 2013
A moça da caixa
Quando a gente se propõe a fazer diários de sonhos, tem que estar aberto a qualquer absurdo, porque os sonhos são o mundo do subconsciente, não têm matéria e nem lógica.
Sonhei que havia uma moça muito especial que tinha que ser transportada em uma caixa. Ela caminhava pela rua, pessoas tomavam conta dela, pois era especial, mas ela deveria ser transportada em uma caixa. E depois, a moça era eu. E eu nem sou mais tão moça assim, bem.
Espero que não seja uma sonho premonitório, que esse negócio de caixa, se for caixa grande pode ser caixão, daí já viu.
Pode ser meu inconsciente atrapalhado, porque o Papa Francisco está visitando o Brasil, então a mídia, a imprensa, as redes sociais não falam em outra coisa. Acho simpático o Papa, mas tá na hora da Igreja rever seus conceitos, né? Aceitar os fiéis gays, apoiar a camisinha, esses detalhes. Mas enfim, eu é que não vou à missa, o espiritismo lida melhor com essas diferenças de pensamento.
Não consegui fazer regressão ontem, estava muito frio, a gente aqui de São José do Rio Preto não é acostumado com frio, a gente sofre muito. E na hora de deitar, eu fiquei tão encolhida e bodocadinha que não conseguia relaxar. Eu queria voltar para alguma vida no campo, tenho certeza que eu já fui da roça. Logo no começo, quando a Nana morreu, eu não fazia diário, mas tive uma pequena regressão da gente numa charrete puxada por cavalos, rindo felizes, indo para alguma festa, ela guiando, eu de vestidão, ela de terninho. Quanta lindeza! Era um menininho naquela época, gente. Mas não consegui mais voltar a essa vida, acho que é porque eu mesma me conduzo durante a experiência. Procurar ajuda profissional talvez fosse mais fácil, mas tô de mudança, sem tempo de ir atrás de qualquer coisa que não seja mudança.
Mudança é sempre bom. No último dia de vida da Nana, vimos um caminhão de mudança, ela sempre comemorava quando via um, dizia trazer boa sorte. Daí vc pode pensar que a sorte dela não foi boa porque morreu, mas não. Pra ela, sobretudo, com tantas e tamanhas enfermidades, a morte foi uma benção. Tragédia foi pra mim, que fiquei sem ela. :/
Hoje não a senti por aqui, nem ontem. Tentarei ir ao Centro apesar do frio, ela se manifestou bem quarta passada.
Beijos, Paz e Luz!
Sonhei que havia uma moça muito especial que tinha que ser transportada em uma caixa. Ela caminhava pela rua, pessoas tomavam conta dela, pois era especial, mas ela deveria ser transportada em uma caixa. E depois, a moça era eu. E eu nem sou mais tão moça assim, bem.
Espero que não seja uma sonho premonitório, que esse negócio de caixa, se for caixa grande pode ser caixão, daí já viu.
Pode ser meu inconsciente atrapalhado, porque o Papa Francisco está visitando o Brasil, então a mídia, a imprensa, as redes sociais não falam em outra coisa. Acho simpático o Papa, mas tá na hora da Igreja rever seus conceitos, né? Aceitar os fiéis gays, apoiar a camisinha, esses detalhes. Mas enfim, eu é que não vou à missa, o espiritismo lida melhor com essas diferenças de pensamento.
Não consegui fazer regressão ontem, estava muito frio, a gente aqui de São José do Rio Preto não é acostumado com frio, a gente sofre muito. E na hora de deitar, eu fiquei tão encolhida e bodocadinha que não conseguia relaxar. Eu queria voltar para alguma vida no campo, tenho certeza que eu já fui da roça. Logo no começo, quando a Nana morreu, eu não fazia diário, mas tive uma pequena regressão da gente numa charrete puxada por cavalos, rindo felizes, indo para alguma festa, ela guiando, eu de vestidão, ela de terninho. Quanta lindeza! Era um menininho naquela época, gente. Mas não consegui mais voltar a essa vida, acho que é porque eu mesma me conduzo durante a experiência. Procurar ajuda profissional talvez fosse mais fácil, mas tô de mudança, sem tempo de ir atrás de qualquer coisa que não seja mudança.
Mudança é sempre bom. No último dia de vida da Nana, vimos um caminhão de mudança, ela sempre comemorava quando via um, dizia trazer boa sorte. Daí vc pode pensar que a sorte dela não foi boa porque morreu, mas não. Pra ela, sobretudo, com tantas e tamanhas enfermidades, a morte foi uma benção. Tragédia foi pra mim, que fiquei sem ela. :/
Hoje não a senti por aqui, nem ontem. Tentarei ir ao Centro apesar do frio, ela se manifestou bem quarta passada.
Beijos, Paz e Luz!
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terça-feira, 23 de julho de 2013
Titanic
Acredita em premonição?
Quando o filme Titanic foi lançado, em 1997, eu tinha vinte anos e fui assistir no cinema. Achei impressionante a primeira vez, mas não chorei. Na segunda vez em que eu fui ao cinema para assistir, chorei feito uma louca. Voltei ao cinema outras sete vezes para assistir a este filme, e em todas elas chorava desesperadamente. Tenho um amigo, o Tiago, que me acompanhou em praticamente todas elas, pode confirmar.
A história, não só da tragédia do navio, mas da Rose, que perdia seu amor tão jovem, havia me tocado profundamente, a ponto de voltar todas as semanas para rever aquilo. Eu não tinha ideia de que também perderia meu amor assim, cedo. Não de forma trágica, mas precocemente. Eu nem conhecia a Nana, não sabia que me apaixonaria por alguém com a vida curta. Como são as coisas, né? Seria uma espécie de premonição, essa minha ânsia por assistir esse filme tantas vezes? Será que minha alma sabia que eu estava vendo ali algo que, de certa forma, viveria mais tarde? Nunca fui a um cinema assistir a um mesmo filme tantas vezes. E era a história dela que mais me tocava.
Bem, no filme, depois que perde seu amor, Rose vive sua vidinha feliz, casa, tem filhos, netos, toca em frente, mas nunca deixa de amá-lo. Até o dia em que morre velhinha já, para depois reencontrar o grande amor da sua vida enfim, como alma. Eu espero que isso também aconteça comigo. Espero que um dia eu tenha vontade de amar de novo, que viva, que aprenda uma forma de viver feliz apesar do vácuo que ficou no meu peito e que mesmo depois de uma vida toda, eu possa de novo encontrar minha Nana, meu amor.
Lembrei do filme, da história, lembrei da premonição. O filme foi lançado em 97, 7 anos antes de eu conhecê-la.
Situações inexplicáveis (que eu adoro!) da vida.
Quando o filme Titanic foi lançado, em 1997, eu tinha vinte anos e fui assistir no cinema. Achei impressionante a primeira vez, mas não chorei. Na segunda vez em que eu fui ao cinema para assistir, chorei feito uma louca. Voltei ao cinema outras sete vezes para assistir a este filme, e em todas elas chorava desesperadamente. Tenho um amigo, o Tiago, que me acompanhou em praticamente todas elas, pode confirmar.
A história, não só da tragédia do navio, mas da Rose, que perdia seu amor tão jovem, havia me tocado profundamente, a ponto de voltar todas as semanas para rever aquilo. Eu não tinha ideia de que também perderia meu amor assim, cedo. Não de forma trágica, mas precocemente. Eu nem conhecia a Nana, não sabia que me apaixonaria por alguém com a vida curta. Como são as coisas, né? Seria uma espécie de premonição, essa minha ânsia por assistir esse filme tantas vezes? Será que minha alma sabia que eu estava vendo ali algo que, de certa forma, viveria mais tarde? Nunca fui a um cinema assistir a um mesmo filme tantas vezes. E era a história dela que mais me tocava.
Bem, no filme, depois que perde seu amor, Rose vive sua vidinha feliz, casa, tem filhos, netos, toca em frente, mas nunca deixa de amá-lo. Até o dia em que morre velhinha já, para depois reencontrar o grande amor da sua vida enfim, como alma. Eu espero que isso também aconteça comigo. Espero que um dia eu tenha vontade de amar de novo, que viva, que aprenda uma forma de viver feliz apesar do vácuo que ficou no meu peito e que mesmo depois de uma vida toda, eu possa de novo encontrar minha Nana, meu amor.
Lembrei do filme, da história, lembrei da premonição. O filme foi lançado em 97, 7 anos antes de eu conhecê-la.
Situações inexplicáveis (que eu adoro!) da vida.
Perdi a hora
Ontem foi minha primeira briguinha com a Nana após tudo isso que aconteceu (ela me deixar sozinha e abandonada no plano terreno e partir para o plano espiritual). Domingo eu acordei 7:00h da manhã, e quem gostava de acordar cedo era justamente a Nana. Não consegui dormir mais, levantei, vivi, o dia acabou, o fim de semana acabou e ontem, segundona, acordei as 7:00h da manhã de novo.
Levantei, fui fazer xixi e já tava conformada em começar o dia nessa hora, eu falei "Ah, não, Nana, muito cedo! Eu vou dormir mais um pouquinho!" toda irritada com a Nana, tadinha, que nem tá aqui mais. Mas que eu acho que continua por aqui, pois gosta de me acordar em horário impróprio. E voltei pra cama, acordando as 8:00h.
Hoje, acho que ela quis me deixar descansar, dormi diretão até as 9:00h. Daí eu fico com remorso, um monte de coisa pra fazer, tem que pagar contas, cuidar da mudança, viver a vida prática, tudo o que ela agitava a gente pra fazer sempre, na hora, pra não deixar nada pra amanhã ou pra mais tarde, tudo isso era a parte dela na relação. E que eu tô tendo que absorver e mexer o doce por conta própria, colocar a vida pra andar, essa doida vida.
Não sonhei. Ontem fui dormir muito tarde, também, cansadona já. Consegui fazer meditação, tentei encontrá-la no caminho, mas não a vi. Engraçado isso, pois se nossos encontros fosse coisa da minha cabeça, eu conseguiria visualizá-la todas as noites, né? Mas ontem ela não veio. Eu percebo que às vezes, quando ela se manifesta mais fortemente, quando se esforça muito pra se comunicar, fica uns três dias sem aparecer. Deve estar recuperando as forças que ela gasta pra tentar falar com a gente.
Ainda bem que tem conseguido!
Noite cansada, nem liguei o aplicativo dos sonhos, também não me lembrei de sonho algum.
Mesmo assim, anoto no diário que faço aqui, e agradeço a todos, pois a audiência do blog vem subindo.
Beijos, Paz e Luz.
Levantei, fui fazer xixi e já tava conformada em começar o dia nessa hora, eu falei "Ah, não, Nana, muito cedo! Eu vou dormir mais um pouquinho!" toda irritada com a Nana, tadinha, que nem tá aqui mais. Mas que eu acho que continua por aqui, pois gosta de me acordar em horário impróprio. E voltei pra cama, acordando as 8:00h.
Hoje, acho que ela quis me deixar descansar, dormi diretão até as 9:00h. Daí eu fico com remorso, um monte de coisa pra fazer, tem que pagar contas, cuidar da mudança, viver a vida prática, tudo o que ela agitava a gente pra fazer sempre, na hora, pra não deixar nada pra amanhã ou pra mais tarde, tudo isso era a parte dela na relação. E que eu tô tendo que absorver e mexer o doce por conta própria, colocar a vida pra andar, essa doida vida.
Não sonhei. Ontem fui dormir muito tarde, também, cansadona já. Consegui fazer meditação, tentei encontrá-la no caminho, mas não a vi. Engraçado isso, pois se nossos encontros fosse coisa da minha cabeça, eu conseguiria visualizá-la todas as noites, né? Mas ontem ela não veio. Eu percebo que às vezes, quando ela se manifesta mais fortemente, quando se esforça muito pra se comunicar, fica uns três dias sem aparecer. Deve estar recuperando as forças que ela gasta pra tentar falar com a gente.
Ainda bem que tem conseguido!
Noite cansada, nem liguei o aplicativo dos sonhos, também não me lembrei de sonho algum.
Mesmo assim, anoto no diário que faço aqui, e agradeço a todos, pois a audiência do blog vem subindo.
Beijos, Paz e Luz.
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segunda-feira, 22 de julho de 2013
Segundona brava
Não adianta, impossível alegria e bom humor na segunda de manhã.
Mais uma semana morreu, outra nasceu, mais um ciclo. A vida e seus ciclos.
Ontem novamente tentei fazer regressão, mas acho que encontrei com a Nana no caminho e me desvirtuei, pedi pra ela me levar pro lugar onde ela fica, hehehe, mas acho que adormeci no meio do caminho.
Foi diferente, porque eu nem estava com muito sono ontem a noite, mas bastou entrar em relaxamento profundo pra embarcar. Sei que não vi nada, nem vida passada nem plano além vida. Acho que cheguei bem pertinho da entrada, além das nuvens, lembrando agora. É como se fosse uma fenda no meio de um fofinho de nuvens, uma fenda muito colorida. Não sei se eu pude entrar, nessa parte minha memória apagou.
Sonhar também não sonhei, senão com uma moça que queria ver TV. Gente, acho que Nana tá me cobrando por eu não ligar a TV o dia todo, quando estou em casa. Tenho ligado somente de noite, quando começam as novelas, mas ela gostava do barulho e movimento da TV o dia todo. Por via das dúvidas, já liguei na Ana Maria Braga.
Segunda, Ana Maria Braga, tempo de chuva, sem sonhos nem lembranças, poderia ficar pior?
Não mas algo tem de legal nessa história trágica que se tornou minha vida: tenho captado sons indecifráveis enquanto gravo com o iPhone o som ambiente do quintal. Cada gravação aparece algum som, sinal, voz estranha. Só identifiquei até agora "Fé... Luz..." mas continuo na labuta, tentando.
Ontem eu e minha mãe vimos uma casa pra vender do ladinho da casa dela. Seria tão bom se desse certo! Hoje vamos conhecer, torcendo muito pra dar certo...
:)
Mais uma semana morreu, outra nasceu, mais um ciclo. A vida e seus ciclos.
Ontem novamente tentei fazer regressão, mas acho que encontrei com a Nana no caminho e me desvirtuei, pedi pra ela me levar pro lugar onde ela fica, hehehe, mas acho que adormeci no meio do caminho.
Foi diferente, porque eu nem estava com muito sono ontem a noite, mas bastou entrar em relaxamento profundo pra embarcar. Sei que não vi nada, nem vida passada nem plano além vida. Acho que cheguei bem pertinho da entrada, além das nuvens, lembrando agora. É como se fosse uma fenda no meio de um fofinho de nuvens, uma fenda muito colorida. Não sei se eu pude entrar, nessa parte minha memória apagou.
Sonhar também não sonhei, senão com uma moça que queria ver TV. Gente, acho que Nana tá me cobrando por eu não ligar a TV o dia todo, quando estou em casa. Tenho ligado somente de noite, quando começam as novelas, mas ela gostava do barulho e movimento da TV o dia todo. Por via das dúvidas, já liguei na Ana Maria Braga.
Segunda, Ana Maria Braga, tempo de chuva, sem sonhos nem lembranças, poderia ficar pior?
Não mas algo tem de legal nessa história trágica que se tornou minha vida: tenho captado sons indecifráveis enquanto gravo com o iPhone o som ambiente do quintal. Cada gravação aparece algum som, sinal, voz estranha. Só identifiquei até agora "Fé... Luz..." mas continuo na labuta, tentando.
Ontem eu e minha mãe vimos uma casa pra vender do ladinho da casa dela. Seria tão bom se desse certo! Hoje vamos conhecer, torcendo muito pra dar certo...
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domingo, 21 de julho de 2013
Sonhar com ela!
Bom dia! Bom domingo! Quanta alegria!
Sonhei com a minha Nana, sonhei que ela aparecia toda feliz, contente e risonha dizendo que conseguiu permissão pra ficar aqui comigo vendo TV! kkkkkkkkkk
Para quem não conheceu a Nana, é a cara dela conseguir permissões para fazer coisas inutsitadas, como, por exemplo, ver TV no plano material quando ela já se tornou um ser espiritual.
Eu gosto de TV também, mas Nana era mais fissurada. Às vezes eu até esqueço de ligar a TV, fico curtindo o silêncio, ou jogando com som. Desde que ela foi embora, eu só ligo a TV de noite na hora das novelas, pra ela mesmo. Porque eu até gosto da novelinha das 21:00h, Amor à Vida, mas ligo no fim de tarde quando começam as novelas, porque penso que se ela está por aqui, deve querer fazer coisas que faria se estivesse vivendo ainda.
A gente não sabe o que acontece nem como acontece depois que partimos desta para o além. Temos teorias, evidências e deduções, mas a uma conclusão definitiva seu ninguém chegou. Ao menos por enquanto, e acredito que não demore pra gente descobrir.
Bem, a noite foi ótima, sonhei, mas não consegui voltar em regressão pra vida nenhuma, porque ontem, como sempre, fui dormir já muito cansada e mal comecei a fazer o relaxamento já embarquei dorminhoca. Tem alguma vida minha que foi no campo, já vi cavalos, carruagens, pastagens, plantações. Mas não consegui visualizar ou me fixar nela mais profundamente. Quero investigar isto. Engraçado que eu já morri pisoteada por cavalos, mas não tenho medo de cavalos. Já até andei em dois nesta encarnação atual. Não ao mesmo tempo, claro, mas andei de cavalo duas vezes. Vai ver tive que perder o medo nas vidas seguintes por força das circunstâncias. Cavalos foram fundamentais para a sobrevivência da humanidade no decorrer dos séculos, ainda bem que hoje evoluímos ao ponto de quase não precisarmos mais deles, tadinhos. Precisar, não precisamos, alguns ainda utilizam, os homens do campo, acredito que mais por tradição que por falta de opção.
Cara, pertenço a uma raça animal que escraviza outras... que maltrata, prende pássaros em gaiolas, animais selvagens em jaulas minúsculas só para serem exibidos. Que destróis florestas, rios, cachoeiras pra fazer usina, está nem aí pro planeta. Que tipo de animais somos nós? Que vergonha. Por que será que eu ainda reencarno aqui? Parece que este planeta não combina mais comigo. Alguma razão há de ter, quando eu descobrir eu conto pra vocês.
Sonhei com a minha Nana, sonhei que ela aparecia toda feliz, contente e risonha dizendo que conseguiu permissão pra ficar aqui comigo vendo TV! kkkkkkkkkk
Para quem não conheceu a Nana, é a cara dela conseguir permissões para fazer coisas inutsitadas, como, por exemplo, ver TV no plano material quando ela já se tornou um ser espiritual.
Eu gosto de TV também, mas Nana era mais fissurada. Às vezes eu até esqueço de ligar a TV, fico curtindo o silêncio, ou jogando com som. Desde que ela foi embora, eu só ligo a TV de noite na hora das novelas, pra ela mesmo. Porque eu até gosto da novelinha das 21:00h, Amor à Vida, mas ligo no fim de tarde quando começam as novelas, porque penso que se ela está por aqui, deve querer fazer coisas que faria se estivesse vivendo ainda.
A gente não sabe o que acontece nem como acontece depois que partimos desta para o além. Temos teorias, evidências e deduções, mas a uma conclusão definitiva seu ninguém chegou. Ao menos por enquanto, e acredito que não demore pra gente descobrir.
Bem, a noite foi ótima, sonhei, mas não consegui voltar em regressão pra vida nenhuma, porque ontem, como sempre, fui dormir já muito cansada e mal comecei a fazer o relaxamento já embarquei dorminhoca. Tem alguma vida minha que foi no campo, já vi cavalos, carruagens, pastagens, plantações. Mas não consegui visualizar ou me fixar nela mais profundamente. Quero investigar isto. Engraçado que eu já morri pisoteada por cavalos, mas não tenho medo de cavalos. Já até andei em dois nesta encarnação atual. Não ao mesmo tempo, claro, mas andei de cavalo duas vezes. Vai ver tive que perder o medo nas vidas seguintes por força das circunstâncias. Cavalos foram fundamentais para a sobrevivência da humanidade no decorrer dos séculos, ainda bem que hoje evoluímos ao ponto de quase não precisarmos mais deles, tadinhos. Precisar, não precisamos, alguns ainda utilizam, os homens do campo, acredito que mais por tradição que por falta de opção.
Cara, pertenço a uma raça animal que escraviza outras... que maltrata, prende pássaros em gaiolas, animais selvagens em jaulas minúsculas só para serem exibidos. Que destróis florestas, rios, cachoeiras pra fazer usina, está nem aí pro planeta. Que tipo de animais somos nós? Que vergonha. Por que será que eu ainda reencarno aqui? Parece que este planeta não combina mais comigo. Alguma razão há de ter, quando eu descobrir eu conto pra vocês.
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sábado, 20 de julho de 2013
Noite Calma
Depois do turbilhão da noite passada, essa noite foi sem sonhos e sem regressões.
Estava muito cansada quando fui me deitar, então, foi começar o exercício de relaxamento pra cair no sono profundo. Acordei alguns minutos depois, fui fazer um xixi, capotei.
Logo pela manhã, eu acordei um pouco mais cedo e já ia embarcando num soninho gostoso, apareceu a Nana toda feliz pra gente passear de carro, daí eu fiquei super feliz, empolguei, coração disparou, acordei, perdi o sonho.
Mas dá nada não! Tenho conseguido progressos, a gravação com uma voz diferente de humana disse "Fé Luz" claramente, minha mãe também conseguiu escutar. Minha mãe acha que a voz pode ser do meu irmão, eu não reconheci como dele, na verdade não reconheci como de ninguém que eu conheça, mas parece voz masculina.
Essa noite também liguei o aplicativo dos sonhos, mas também não lembrei de nenhum sonho durante a noite. Culpa em partes do aplicativo Candy&Crush, um quebra-cabeças dos infernos, em que tem que combinar docinhos iguais de três em três pra sumir da tela. Um erro. Totalmente viciante e estou nessa fase viciada, fui deitar pra dormir muito cansadona, só via docinhos coloridos quando fechava os olhos. Difícil ir parar em vidas passadas assim.
Boa. Para a regressão dessa noite vou tentar descobrir onde surgiu essa minha compulsão por jogos.
Até lá, continuo tentando gravar espíritos com o iPhone. Vai que cola?
Estava muito cansada quando fui me deitar, então, foi começar o exercício de relaxamento pra cair no sono profundo. Acordei alguns minutos depois, fui fazer um xixi, capotei.
Logo pela manhã, eu acordei um pouco mais cedo e já ia embarcando num soninho gostoso, apareceu a Nana toda feliz pra gente passear de carro, daí eu fiquei super feliz, empolguei, coração disparou, acordei, perdi o sonho.
Mas dá nada não! Tenho conseguido progressos, a gravação com uma voz diferente de humana disse "Fé Luz" claramente, minha mãe também conseguiu escutar. Minha mãe acha que a voz pode ser do meu irmão, eu não reconheci como dele, na verdade não reconheci como de ninguém que eu conheça, mas parece voz masculina.
Essa noite também liguei o aplicativo dos sonhos, mas também não lembrei de nenhum sonho durante a noite. Culpa em partes do aplicativo Candy&Crush, um quebra-cabeças dos infernos, em que tem que combinar docinhos iguais de três em três pra sumir da tela. Um erro. Totalmente viciante e estou nessa fase viciada, fui deitar pra dormir muito cansadona, só via docinhos coloridos quando fechava os olhos. Difícil ir parar em vidas passadas assim.
Boa. Para a regressão dessa noite vou tentar descobrir onde surgiu essa minha compulsão por jogos.
Até lá, continuo tentando gravar espíritos com o iPhone. Vai que cola?
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sexta-feira, 19 de julho de 2013
Escocesa
Essa noite foi bacana!
Cheia de eventos importantes. Primeiro, a regressão foi show. Estava com muita dor de cabeça, subi, queria meditar e ficar sem o remédio pra ver se acordava boa, mas não consegui, a dor piorou muito e latejava. Então desci, tomei remédio, levei um copo de água pro lado da minha cama (a gente usava um frigobar lá em cima pra não precisar descer pra tomar água, mas minhas garrafas estão vazias), coloquei a TV pra desligar rápido e muito baixinho, então comecei a meditação.
Logo que entrei no estado de relaxamento, dei de cara com a Nana. Era ela, gente. Não tenho dúvidas disso, não era minha imaginação, pois eu não fazia nenhum esforço pra ela aparecer, era uma imagem vinda de um pensamento passivo, se é que me entende. Fiquei feliz, meu coração disparou, mas não voltei pro consciente, ainda estava em relaxamento. Falei pra ela que queria saber por que eu tenho essas dores de cabeça horríveis. Ela disse "Vamos" e começamos a subir a escada em espiral. Eu brinquei que ela subia rapidinho, melhor que eu, ela riu. Nana, em vida, já estava há semanas sem conseguir subir escada.
Chegamos em uma biblioteca toda clara e iluminada, com livros enormes, diferente daquela enlameada do começo das regressões. Eu peguei um livro bem grande, Nana chegou bem perto pra gente ver juntas. Escócia, 1870, eu via um Castelo ao longe, mas uma sensação muito ruim me tomava, havia alguma batalha se aproximando, de repente apareceram soldados, cavalos, todos tacando o terror, caí no chão e fui pisoteada pelos cavalos. Senti muita dor no momento e logo a dor passou, eu estava flutuando sobre toda aquela guerra, mas sabia que meu corpo estava ali embaixo. Decerto algum cavalo pisoteou meu crânio, por isso as dores. Engraçado isso... Da outra vez que pedi pra voltar para a vida em que havia acontecido a causa das dores de cabeça, fui parar em um castelo também, para ajudar a curar o bebê do Rei. Na ocasião, eu não vi a continuidade, só me vi chegando ao Castelo com uma intuição ruim. Achava, por dedução, que eu tivesse falhado pra tratar do bebê e o Rei tivesse mandado me matar com um tiro na cabeça. Mas pelo visto morri por causa de alguma batalha que se aproximava.
O resultado é que acordei sem dor de cabeça nenhuma e normalmente, quando ela começa, são três dias tomando remédio pra conseguir acalmar. É enxaqueca das brabas. Mas a viagem astral com a minha Naninha me ajudou, eu acho, pois só um Advil não segura crise de dor quando eu tenho, não.
Daí sonhei alguma coisa. Quando acordei, lembrei perfeitamente, não anotei, como sempre. Antes de lembrar dos detalhes da regressão pensei mais uma vez no sonho pra não esquecer. Esqueci. Lembro alguma coisa de alguém me falando da importância das plantas e como cuidar delas. Anotar, anotar, anotar imediatamente, é o melhor jeito, senão o único, de se lembrar dos seus sonhos!
Beijos, Paz e Luz
Cheia de eventos importantes. Primeiro, a regressão foi show. Estava com muita dor de cabeça, subi, queria meditar e ficar sem o remédio pra ver se acordava boa, mas não consegui, a dor piorou muito e latejava. Então desci, tomei remédio, levei um copo de água pro lado da minha cama (a gente usava um frigobar lá em cima pra não precisar descer pra tomar água, mas minhas garrafas estão vazias), coloquei a TV pra desligar rápido e muito baixinho, então comecei a meditação.
Logo que entrei no estado de relaxamento, dei de cara com a Nana. Era ela, gente. Não tenho dúvidas disso, não era minha imaginação, pois eu não fazia nenhum esforço pra ela aparecer, era uma imagem vinda de um pensamento passivo, se é que me entende. Fiquei feliz, meu coração disparou, mas não voltei pro consciente, ainda estava em relaxamento. Falei pra ela que queria saber por que eu tenho essas dores de cabeça horríveis. Ela disse "Vamos" e começamos a subir a escada em espiral. Eu brinquei que ela subia rapidinho, melhor que eu, ela riu. Nana, em vida, já estava há semanas sem conseguir subir escada.
Chegamos em uma biblioteca toda clara e iluminada, com livros enormes, diferente daquela enlameada do começo das regressões. Eu peguei um livro bem grande, Nana chegou bem perto pra gente ver juntas. Escócia, 1870, eu via um Castelo ao longe, mas uma sensação muito ruim me tomava, havia alguma batalha se aproximando, de repente apareceram soldados, cavalos, todos tacando o terror, caí no chão e fui pisoteada pelos cavalos. Senti muita dor no momento e logo a dor passou, eu estava flutuando sobre toda aquela guerra, mas sabia que meu corpo estava ali embaixo. Decerto algum cavalo pisoteou meu crânio, por isso as dores. Engraçado isso... Da outra vez que pedi pra voltar para a vida em que havia acontecido a causa das dores de cabeça, fui parar em um castelo também, para ajudar a curar o bebê do Rei. Na ocasião, eu não vi a continuidade, só me vi chegando ao Castelo com uma intuição ruim. Achava, por dedução, que eu tivesse falhado pra tratar do bebê e o Rei tivesse mandado me matar com um tiro na cabeça. Mas pelo visto morri por causa de alguma batalha que se aproximava.
O resultado é que acordei sem dor de cabeça nenhuma e normalmente, quando ela começa, são três dias tomando remédio pra conseguir acalmar. É enxaqueca das brabas. Mas a viagem astral com a minha Naninha me ajudou, eu acho, pois só um Advil não segura crise de dor quando eu tenho, não.
Daí sonhei alguma coisa. Quando acordei, lembrei perfeitamente, não anotei, como sempre. Antes de lembrar dos detalhes da regressão pensei mais uma vez no sonho pra não esquecer. Esqueci. Lembro alguma coisa de alguém me falando da importância das plantas e como cuidar delas. Anotar, anotar, anotar imediatamente, é o melhor jeito, senão o único, de se lembrar dos seus sonhos!
Beijos, Paz e Luz
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quinta-feira, 18 de julho de 2013
Transcomunicação Instrumental
Somos humanos, quando perdemos humanos queridos entramos em contato com a dor, e não raro, em desespero.
Eu nunca fui uma pessoa muito religiosa. Minha mãe sempre foi alheia às coisas inexplicáveis, embora tenha sonhos premonitórios desde que eu era criança e ultimamente tem frequentado bastante centros kardecistas.
Meu pai dizia não acreditar em Deus, pois minha avó Helena, bondosa e religiosa, rezara por noites e noites a fio pela vida do meu tio, que ainda assim morreu jovem.
Mesmo assim, em consideração mais às avós do qualquer outra coisa, acredito, nos fizeram fazer primeira comunhão, mas nunca nos obrigaram a seguir adiante, frequentar missas ou algo parecido.
Quando a gente não frequenta com assiduidade alguma religião e não acredita com devoção e sinceridade em qualquer uma delas, a dor da perda torna-se quase insuportável, pois não existe o consolo que a prática religiosa sempre traz.
Pois quando perdi minha Nana entrei em desespero de dor. Dor doída, dor aguda, chega a ser física mesmo, dá um nó no estômago e umas agulhadas no peito. E como me carecia um pouco de Fé, deitei procurar estudos científicos de vida após a morte e de comunicação com o mundo deles. Fui cair em uma página sobre "Transcomunicação Instrumental", que é o registro através de gravações e filmagens dos espíritos tentando se comunicar conosco. Como logo no comecinho sonhei que a Nana dizia que se comunicaria comigo através de gravação, tento diariamente gravar dois minutinhos de som ambiente pra ver se pego alguém habilitado pra mandar sinal pra gente.
E hoje aconteceu. Gravava na varanda, onde faço sempre, na cadeira onde Nana diariamente se sentava pra tomar o seu solzinho da manhã. E por volta de 1:00m, uma voz diz: "Fé... Luz..."
Isso foi o suficiente pra me deixar alegre e risonha o dia todo! Não parecia a voz da Nana, parecia voz de homem, mas era metálica, pode muito bem ser a alma dela transfigurando as ondas sonoras pra formar mensagem.
Isso é bom demais, saber que estou acertando. Que vou conseguir mais do que evidências impressionantes, provas incontestáveis da continuidade da vida e inexistência da morte.
Eu nunca fui uma pessoa muito religiosa. Minha mãe sempre foi alheia às coisas inexplicáveis, embora tenha sonhos premonitórios desde que eu era criança e ultimamente tem frequentado bastante centros kardecistas.
Meu pai dizia não acreditar em Deus, pois minha avó Helena, bondosa e religiosa, rezara por noites e noites a fio pela vida do meu tio, que ainda assim morreu jovem.
Mesmo assim, em consideração mais às avós do qualquer outra coisa, acredito, nos fizeram fazer primeira comunhão, mas nunca nos obrigaram a seguir adiante, frequentar missas ou algo parecido.
Quando a gente não frequenta com assiduidade alguma religião e não acredita com devoção e sinceridade em qualquer uma delas, a dor da perda torna-se quase insuportável, pois não existe o consolo que a prática religiosa sempre traz.
Pois quando perdi minha Nana entrei em desespero de dor. Dor doída, dor aguda, chega a ser física mesmo, dá um nó no estômago e umas agulhadas no peito. E como me carecia um pouco de Fé, deitei procurar estudos científicos de vida após a morte e de comunicação com o mundo deles. Fui cair em uma página sobre "Transcomunicação Instrumental", que é o registro através de gravações e filmagens dos espíritos tentando se comunicar conosco. Como logo no comecinho sonhei que a Nana dizia que se comunicaria comigo através de gravação, tento diariamente gravar dois minutinhos de som ambiente pra ver se pego alguém habilitado pra mandar sinal pra gente.
E hoje aconteceu. Gravava na varanda, onde faço sempre, na cadeira onde Nana diariamente se sentava pra tomar o seu solzinho da manhã. E por volta de 1:00m, uma voz diz: "Fé... Luz..."
Isso foi o suficiente pra me deixar alegre e risonha o dia todo! Não parecia a voz da Nana, parecia voz de homem, mas era metálica, pode muito bem ser a alma dela transfigurando as ondas sonoras pra formar mensagem.
Isso é bom demais, saber que estou acertando. Que vou conseguir mais do que evidências impressionantes, provas incontestáveis da continuidade da vida e inexistência da morte.
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Egito rá!
Essa noite foi especial.
Ontem tive sinais e notícias da minha Nana, isso significa que ela está tentando se comunicar, e, segundo teoria de um seriado americano chamado Supernatural, se o espírito pratica, uma hora ele consegue. Vamos aguardar.
Ontem a noite aconteceu algo bisonho, a TV ligou sozinha. Quer dizer, eu peguei o controle, mas como estava ansiosa por meditar e tentar fazer minha regressão, pensei: "Nem vou ligar a TV hoje". Fui colocar o controle de volta no criado mudo, não sei se esbarrou ou não, eu não vi, mas ela ligou, com o sensor do controle virado para a parede. Nunca vi isso, ontem foi a primeira vez. Não sei se eu já disse, Nana que fazia questão da TV ligada pra dormir. Então combinei com a Nana que ia ligar mas desligaria rapidinho pra eu poder fazer minha regressão.
Dei início ao processo de meditação. Antes de meditar, imaginei que gostaria de voltar até a vida em que conheci Nana. Gente, acredita que fui parar no antigo Egito? Eu caminhava pela rua, sabia que era o Egito, mas eu era uma cidadã comum. Éramos diferentes! A pele do egípcio era bem escura, os cabelos muito pretos e lisos. Eu usava uma túnica clara com um cinto prendendo, alguma faixa ou algo parecido nos cabelos, sandálias esquisitas e caminhava. Andava pelas ruas rústicas onde algumas pessoas caminhavam também, eu me dirigia a um poço, onde pessoas aguardavam para pegar água.
Nesse momento, claro, o meu eu curioso se empolgou tanto que eu despertei. Voltei pro consciente correndo, como se tivesse sido puxada. Nem deu tempo de ver Nana, mas esse episódio me respondeu que nossa relação é bem antiguinha, hein?
Então adormeci.
Sonhei um monte, tinha alguma coisa com quermesse de novo eu acho, não lembro direito. Lembro só que eu acordei lembrando o sonho todinho, estava concentrada nele, mas a droga do consciente lembrou do episódio do Egito de ontem e eu esqueci do sonho na hora, empolgada lembrando do Egito. Que coisa, viu?
Com tudo isso eu concluí que conheço Naninha há milênios, que a gente deve se concentrar total no sonho assim que acorda senão ele "puf!" e concluí também que eu não fui Cleópatra em encarnação remota, já que a rainha não devia pegar água no poço. Se bem que eu não carregava nenhum vaso, será que eu também ia buscar água ou ia encontrar alguém que estava no poço? Se eu não tinha vaso, tampouco tinha jóias, então concluí de imediato que eu não fui a rainha mesmo. Pena. Sonhar que foi Cleópatra em vida passada, quem nunca?
Beijos!
Ontem tive sinais e notícias da minha Nana, isso significa que ela está tentando se comunicar, e, segundo teoria de um seriado americano chamado Supernatural, se o espírito pratica, uma hora ele consegue. Vamos aguardar.
Ontem a noite aconteceu algo bisonho, a TV ligou sozinha. Quer dizer, eu peguei o controle, mas como estava ansiosa por meditar e tentar fazer minha regressão, pensei: "Nem vou ligar a TV hoje". Fui colocar o controle de volta no criado mudo, não sei se esbarrou ou não, eu não vi, mas ela ligou, com o sensor do controle virado para a parede. Nunca vi isso, ontem foi a primeira vez. Não sei se eu já disse, Nana que fazia questão da TV ligada pra dormir. Então combinei com a Nana que ia ligar mas desligaria rapidinho pra eu poder fazer minha regressão.
Dei início ao processo de meditação. Antes de meditar, imaginei que gostaria de voltar até a vida em que conheci Nana. Gente, acredita que fui parar no antigo Egito? Eu caminhava pela rua, sabia que era o Egito, mas eu era uma cidadã comum. Éramos diferentes! A pele do egípcio era bem escura, os cabelos muito pretos e lisos. Eu usava uma túnica clara com um cinto prendendo, alguma faixa ou algo parecido nos cabelos, sandálias esquisitas e caminhava. Andava pelas ruas rústicas onde algumas pessoas caminhavam também, eu me dirigia a um poço, onde pessoas aguardavam para pegar água.
Nesse momento, claro, o meu eu curioso se empolgou tanto que eu despertei. Voltei pro consciente correndo, como se tivesse sido puxada. Nem deu tempo de ver Nana, mas esse episódio me respondeu que nossa relação é bem antiguinha, hein?
Então adormeci.
Sonhei um monte, tinha alguma coisa com quermesse de novo eu acho, não lembro direito. Lembro só que eu acordei lembrando o sonho todinho, estava concentrada nele, mas a droga do consciente lembrou do episódio do Egito de ontem e eu esqueci do sonho na hora, empolgada lembrando do Egito. Que coisa, viu?
Com tudo isso eu concluí que conheço Naninha há milênios, que a gente deve se concentrar total no sonho assim que acorda senão ele "puf!" e concluí também que eu não fui Cleópatra em encarnação remota, já que a rainha não devia pegar água no poço. Se bem que eu não carregava nenhum vaso, será que eu também ia buscar água ou ia encontrar alguém que estava no poço? Se eu não tinha vaso, tampouco tinha jóias, então concluí de imediato que eu não fui a rainha mesmo. Pena. Sonhar que foi Cleópatra em vida passada, quem nunca?
Beijos!
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Pisca-pisca
Então, né? Felícia disse que se fosse mesmo Nana que tivesse piscado a luz, a luz iria piscar de novo.
Hoje fui ao Centro Espírita com a minha mãe, na volta, ela viria em casa pegar umas coisas, que estou de mudança para a casa dela, estamos desfazendo minha ex casa aos poucos. No caminho de volta, minha mãe me seguia com seu carro, eu ia na frente, os postes do de determinada quadra do caminho apagaram assim que eu passei. Foi intenso, pois o Centro Espírita, independente da sua crença (eu, por exemplo, não acredito plenamente em tudo), mas mesmo assim é uma energia poderosa que rola ali, são pessoas muito boas desejando e fazendo o Bem, então você sai de lá se sentindo bem e pronto, impossível não se sentir em paz. Durante a palestra, vi um vulto passando entre a minha fileira de cadeiras e as da frente, mas até aí, no Centro, segundo eles, sempre está lotados de amigos de luz.
Pois na volta, vinha pensando na Nana com alegria, fato raro nesses últimos dias, que ando chorona ao desespero. Mas vinha com ela na cabeça e vinha alegre, voltando do Centro, os postes piscaram no caminho. Apelidei Nana de Gasparzinho, fantasminha pisca-pisca.
E por falar em minha mãe, ela é espírita faz um tempo já e muito forte, intuitiva, certeza que se for desenvolver é uma médium das boas. Ela disse que hoje estava experimentando umas roupas da Nana que eu levei pra ela e na sequência ela foi pegar um prato que era da Nana e estava debaixo de um bule, também da Nana. Quando ela ergueu o bule para pegar o pratinho que estava embaixo, a tampa do bule estourou em mil pedaços. Ela não entendeu a mensagem claramente, mas garante que a Nana estava tentando se comunicar. Minha mãe acha que ela quis dizer "oi, estou aqui!". Nana chamava minha mãe de mamãe.
Esses foram os dois fatos fortes, inexplicáveis e místicos acalentaram meu dia de hoje. Bem na noite em que não sonhei, fatos fortes marcam e pontuam meu dia.
Feliz! :)
Hoje fui ao Centro Espírita com a minha mãe, na volta, ela viria em casa pegar umas coisas, que estou de mudança para a casa dela, estamos desfazendo minha ex casa aos poucos. No caminho de volta, minha mãe me seguia com seu carro, eu ia na frente, os postes do de determinada quadra do caminho apagaram assim que eu passei. Foi intenso, pois o Centro Espírita, independente da sua crença (eu, por exemplo, não acredito plenamente em tudo), mas mesmo assim é uma energia poderosa que rola ali, são pessoas muito boas desejando e fazendo o Bem, então você sai de lá se sentindo bem e pronto, impossível não se sentir em paz. Durante a palestra, vi um vulto passando entre a minha fileira de cadeiras e as da frente, mas até aí, no Centro, segundo eles, sempre está lotados de amigos de luz.
Pois na volta, vinha pensando na Nana com alegria, fato raro nesses últimos dias, que ando chorona ao desespero. Mas vinha com ela na cabeça e vinha alegre, voltando do Centro, os postes piscaram no caminho. Apelidei Nana de Gasparzinho, fantasminha pisca-pisca.
E por falar em minha mãe, ela é espírita faz um tempo já e muito forte, intuitiva, certeza que se for desenvolver é uma médium das boas. Ela disse que hoje estava experimentando umas roupas da Nana que eu levei pra ela e na sequência ela foi pegar um prato que era da Nana e estava debaixo de um bule, também da Nana. Quando ela ergueu o bule para pegar o pratinho que estava embaixo, a tampa do bule estourou em mil pedaços. Ela não entendeu a mensagem claramente, mas garante que a Nana estava tentando se comunicar. Minha mãe acha que ela quis dizer "oi, estou aqui!". Nana chamava minha mãe de mamãe.
Esses foram os dois fatos fortes, inexplicáveis e místicos acalentaram meu dia de hoje. Bem na noite em que não sonhei, fatos fortes marcam e pontuam meu dia.
Feliz! :)
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quarta-feira, 17 de julho de 2013
Noite mal dormida
Dormi mal pra burro. Fritei igual coxinha no óleo quente, rolando pra lá e pra cá na cama.
O aplicativo de lembrar dos sonhos estava desligado, mas ainda sim me lembro de alguma cena, estava em um quermesse ou algo parecido esperando para ser atendida na barraquinha. Não sei porque, será que eu fui dormir com fome? Provável, jantei miojo e cedo.
Antes de deitar tentei fazer alguma regressão, lembro da data de 1913.
Mas eu estava muito cansada e dormi logo, pensando que não deveria ser nada importante, pois já me lembrei de algo da década de 20, seria muito perto pra eu morrer e nascer de novo. Mas, somente quando já tinha me desligado da regressão é que me liguei que 1913 e década de 20 poderia ser dentro da mesma vida, não?!?
Tóin. Dã. Loira burra.
Olha a mente da gente, que doida: eu comecei a viajar pra 1913 daí a data no subconsciente despertou meu consciente para a coincidência com a década de 20. Daí o consciente alerta não me deixou mais acessar o sub pra voltar pra história e entender o que estava acontecendo.
Quero encontrar alguém que faça terapia de vidas passadas aqui na minha cidade, caramba.
O aplicativo de lembrar dos sonhos estava desligado, mas ainda sim me lembro de alguma cena, estava em um quermesse ou algo parecido esperando para ser atendida na barraquinha. Não sei porque, será que eu fui dormir com fome? Provável, jantei miojo e cedo.
Antes de deitar tentei fazer alguma regressão, lembro da data de 1913.
Mas eu estava muito cansada e dormi logo, pensando que não deveria ser nada importante, pois já me lembrei de algo da década de 20, seria muito perto pra eu morrer e nascer de novo. Mas, somente quando já tinha me desligado da regressão é que me liguei que 1913 e década de 20 poderia ser dentro da mesma vida, não?!?
Tóin. Dã. Loira burra.
Olha a mente da gente, que doida: eu comecei a viajar pra 1913 daí a data no subconsciente despertou meu consciente para a coincidência com a década de 20. Daí o consciente alerta não me deixou mais acessar o sub pra voltar pra história e entender o que estava acontecendo.
Quero encontrar alguém que faça terapia de vidas passadas aqui na minha cidade, caramba.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Sem sonhos, mas...
Essa noite sonhei foi é nada. Mas aconteceu uma manifestação física importante e interessante.
Quando eu ligo a TV lá em cima, eu sempre coloco pra desligar rapidinho, porque gosto de dormir no silêncio. Nana gostava de ouvir bastante a TV, colocava pra desligar tipo depois de 1 hora ligada.
Eu liguei a TV e já programei 20 min como sempre, fui escovar os dentes, fazer o xixi e tal, deitei e ainda fiquei um tempo naquele vício horroroso do Candy Crush - A Saga
Logo deitei e vi que a TV não desligava, não desligava, eu com sono, meio pescando, fui ver... tinha desprogramado o sleep da TV. Como assim? Faz uns 8 anos que a gente tem essa TV, foi a primeira vez que aconteceu isso. E a programação de desligar nem precisa salvar, é automático, você escolhe o tempo ela já salva.
Então gente, pode parecer uma bobeira pra quem não viveu a situação (no caso, eu), mas deu uma acelerada no meu coraçãozinho. Porque eu liguei e já programei, lembrando inclusive da dúvida entre 20 min e 30 min. Enfim!
Aconteceu mais alguma coisa, algum barulho, algum negócio, mas eu não lembro mesmo. Ontem fui dormir muito cansada e com muito sono, daí fica mais difícil de lembrar dos detalhes mesmo.
Hoje a Pandora tá meio doentinha, tá mancando muito, tá com dor. A veterinária dela não tem mais horário hoje, marquei para amanhã. E eu, fico vendo o bichinho com dor, fico chorando igual uma pamonha. Tonta. Tem que agir, né, ao invés de ficar de nhém nhém nhém.
No mais, amanhã trago notícias.
Quando eu ligo a TV lá em cima, eu sempre coloco pra desligar rapidinho, porque gosto de dormir no silêncio. Nana gostava de ouvir bastante a TV, colocava pra desligar tipo depois de 1 hora ligada.
Eu liguei a TV e já programei 20 min como sempre, fui escovar os dentes, fazer o xixi e tal, deitei e ainda fiquei um tempo naquele vício horroroso do Candy Crush - A Saga
Logo deitei e vi que a TV não desligava, não desligava, eu com sono, meio pescando, fui ver... tinha desprogramado o sleep da TV. Como assim? Faz uns 8 anos que a gente tem essa TV, foi a primeira vez que aconteceu isso. E a programação de desligar nem precisa salvar, é automático, você escolhe o tempo ela já salva.
Então gente, pode parecer uma bobeira pra quem não viveu a situação (no caso, eu), mas deu uma acelerada no meu coraçãozinho. Porque eu liguei e já programei, lembrando inclusive da dúvida entre 20 min e 30 min. Enfim!
Aconteceu mais alguma coisa, algum barulho, algum negócio, mas eu não lembro mesmo. Ontem fui dormir muito cansada e com muito sono, daí fica mais difícil de lembrar dos detalhes mesmo.
Hoje a Pandora tá meio doentinha, tá mancando muito, tá com dor. A veterinária dela não tem mais horário hoje, marquei para amanhã. E eu, fico vendo o bichinho com dor, fico chorando igual uma pamonha. Tonta. Tem que agir, né, ao invés de ficar de nhém nhém nhém.
No mais, amanhã trago notícias.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Noite sem graça
Sonhei com meu sobrinho de novo. Eu nem pra ligar pra saber se tá tudo bem.
Como eu consigo ser tão relapsa?
Bom, ele é advogado, também tem essa. Não lembro do sonho, acho que ele chegava com uns amigos, perguntando se estava tudo bem. Teve também no sonho uma foto com astros mirins da minha infância, tipo Balão Mágico ou Trem da Alegria, todos crianças, depois tiraram a mesma foto hoje, todo mundo adulto já passado.
Legal.
Ao contrário do restante da humanidade, não me preocupa envelhecer. Ainda mais agora que eu perdi minha Naninha, eu quero mais é que o tempo passe logo, que voe. Hoje exatamente um mês, tô arrasada, dia triste, muito trite.
Então, que bom que eu já estou envelhecendo, isso significa que não demora muito pra eu passar para o plano astral também. Quase voltei a fumar pra facilitar as coisas, mas como a gente não sabe como funciona lá, né? Vai que tem mesmo esse tal de vale dos suicidas, eu tenho medo dessas coisas, então deixa quieto.
Mas estou em um momento, que eu espere que passe logo, em que eu gostaria muito mesmo de sumir da face da Terra.
Mas vamos embora que hoje é segunda-feira.
:)
Como eu consigo ser tão relapsa?
Bom, ele é advogado, também tem essa. Não lembro do sonho, acho que ele chegava com uns amigos, perguntando se estava tudo bem. Teve também no sonho uma foto com astros mirins da minha infância, tipo Balão Mágico ou Trem da Alegria, todos crianças, depois tiraram a mesma foto hoje, todo mundo adulto já passado.
Legal.
Ao contrário do restante da humanidade, não me preocupa envelhecer. Ainda mais agora que eu perdi minha Naninha, eu quero mais é que o tempo passe logo, que voe. Hoje exatamente um mês, tô arrasada, dia triste, muito trite.
Então, que bom que eu já estou envelhecendo, isso significa que não demora muito pra eu passar para o plano astral também. Quase voltei a fumar pra facilitar as coisas, mas como a gente não sabe como funciona lá, né? Vai que tem mesmo esse tal de vale dos suicidas, eu tenho medo dessas coisas, então deixa quieto.
Mas estou em um momento, que eu espere que passe logo, em que eu gostaria muito mesmo de sumir da face da Terra.
Mas vamos embora que hoje é segunda-feira.
:)
domingo, 14 de julho de 2013
Momento Saudade
Meu amor,
Amanhã faz um mês que você me deixou e eu ainda converso com você normalmente, como se estivesse aqui do meu lado e pudesse ouvir, e eu sei que pode. Ainda alterno momentos de Paz com momentos de desespero, desejando que o tempo passe logo, o mais rápido possível, para que essa dor aguda se transforme em uma saudade tranquila. Um mês e eu ainda não sei lidar com esse buraco que ficou em minha vida porque éramos uma dupla, sempre juntas, pra cima e pra baixo, nos momentos bons e nos mais ou menos, tínhamos uma vida só. Talvez por isso, ainda escuto direitinho a sua risada gostosa, seu bom humor contagiante, sua personalidade forte, percebo a sua pessoa amada por mim e por muitos.
Quando eu converso com você e digo que tudo vai ficar bem, quero muito acreditar nisso e desejo que aconteça logo. Por hora, continuo lamentando a nossa sorte, uma história tão bonita e pequenina. A complexidade do seu ser, sua necessidade de cuidados e essa sua alegria tão intensa em condições físicas tão desfavoráveis... nossa, tudo isso, essa convivência me ensinou muito da vida. Hoje eu sou alguém melhor e sei que nossa vida não é em vão, que nossa energia não morre, nossa consciência não acaba, nossa alma não cessa.
Então, vou desejando o tempo passar, embora pra mim ele se arraste agora. Quem sabe um dia a gente se encontra, vou esperar por isso. Sei que a saudade vai ficar menor, a existência minha há de se tornar suportável. Até que esse tempo não passe, vou te levando comigo, minha Pequetita, seus sorrisos e suas memórias, aqui dentro do meu coração, hoje, amanhã, sempre. Sempre.
Amanhã faz um mês que você me deixou e eu ainda converso com você normalmente, como se estivesse aqui do meu lado e pudesse ouvir, e eu sei que pode. Ainda alterno momentos de Paz com momentos de desespero, desejando que o tempo passe logo, o mais rápido possível, para que essa dor aguda se transforme em uma saudade tranquila. Um mês e eu ainda não sei lidar com esse buraco que ficou em minha vida porque éramos uma dupla, sempre juntas, pra cima e pra baixo, nos momentos bons e nos mais ou menos, tínhamos uma vida só. Talvez por isso, ainda escuto direitinho a sua risada gostosa, seu bom humor contagiante, sua personalidade forte, percebo a sua pessoa amada por mim e por muitos.
Quando eu converso com você e digo que tudo vai ficar bem, quero muito acreditar nisso e desejo que aconteça logo. Por hora, continuo lamentando a nossa sorte, uma história tão bonita e pequenina. A complexidade do seu ser, sua necessidade de cuidados e essa sua alegria tão intensa em condições físicas tão desfavoráveis... nossa, tudo isso, essa convivência me ensinou muito da vida. Hoje eu sou alguém melhor e sei que nossa vida não é em vão, que nossa energia não morre, nossa consciência não acaba, nossa alma não cessa.
Então, vou desejando o tempo passar, embora pra mim ele se arraste agora. Quem sabe um dia a gente se encontra, vou esperar por isso. Sei que a saudade vai ficar menor, a existência minha há de se tornar suportável. Até que esse tempo não passe, vou te levando comigo, minha Pequetita, seus sorrisos e suas memórias, aqui dentro do meu coração, hoje, amanhã, sempre. Sempre.
Trepadeira da varanda
Hoje é domingão, lembrei direitinho do meu sonho e, embora ele não faça sentido algum, como a maioria dos sonhos, vou relatar.
Sonhei que antes de tirar a trepadeira da varanda para transportar para a casa da minha mãe, bati umas fotos dela tentando se apoiar na outra planta, e meu sobrinho viu no Facebook e achou muito louco e compartilhou com os amigos e fez o maior sucesso.
Uma loucura, a foto da planta que nem tá tão mara assim, pelo menos por enquanto.
Hoje foi foda. Amanhã faz um mês que a Nana me deu o perdido e foi embora deste plano. Mas a saudade tá doída hoje. Ainda choro todos os dias praticamente. E tem dia, que nem hoje, que amanheceu um pouquinho mais fechado o tempo, esses dias é muito, muito pior. E sabe, eu sinto a Nana. E sinto que ela também está sofrendo, porque ela sabe o que aconteceu, mas ainda tem dificuldade às vezes. Ainda bem que é a menor parte do tempo, pois, na maioria das vezes, eu a sinto bem, em paz e por aqui ajudando.
Louco né? Eu não vejo, não escuto, mas sinto.
Andei treinando psicografia por duas noites seguidas. Saiu uns garranchos ininteligíveis. Eu sou muito metida a ser auto-didata, pois o mais lógico seria que eu procurasse um Centro Espírita e fizesse cursos, direitinho, bonitinho, pra desenvolver a mediunidade gradualmente e orientada, como deve ser. Mas eu tenho pressa e preguiça. Tento ser uma pessoa boa, então acredito que me rodeiam, em maioria, espíritos bons. Por isso arrisco essas viagens astrais, regressões e tentativas de comunicação tudo sozinha e sem medo.
Ainda quer encontrar umas três pessoas bondosas de boas vibrações para fazerem comigo a brincadeira do copo.
Por falar em regressão, ontem cheguei a ver em algo que seria uma vida anterior um molequinho de uns sete anos no final da década de 1920. Não sei se o moleque era eu, meu filho, ou alguém de quem eu cuidava, mas eu o vi correndo disperso em um campo, usava aquele macacão curtinho até o joelho, cinza, com camisa branca por baixo. O menino era loirinho, do cabelo liso.
Então o que acontece? Eu vejo essas coisas, me empolgo, perco a concentração, volto no susto e não vejo mais nada.
Até a próxima!
Sonhei que antes de tirar a trepadeira da varanda para transportar para a casa da minha mãe, bati umas fotos dela tentando se apoiar na outra planta, e meu sobrinho viu no Facebook e achou muito louco e compartilhou com os amigos e fez o maior sucesso.
Uma loucura, a foto da planta que nem tá tão mara assim, pelo menos por enquanto.
Hoje foi foda. Amanhã faz um mês que a Nana me deu o perdido e foi embora deste plano. Mas a saudade tá doída hoje. Ainda choro todos os dias praticamente. E tem dia, que nem hoje, que amanheceu um pouquinho mais fechado o tempo, esses dias é muito, muito pior. E sabe, eu sinto a Nana. E sinto que ela também está sofrendo, porque ela sabe o que aconteceu, mas ainda tem dificuldade às vezes. Ainda bem que é a menor parte do tempo, pois, na maioria das vezes, eu a sinto bem, em paz e por aqui ajudando.
Louco né? Eu não vejo, não escuto, mas sinto.
Andei treinando psicografia por duas noites seguidas. Saiu uns garranchos ininteligíveis. Eu sou muito metida a ser auto-didata, pois o mais lógico seria que eu procurasse um Centro Espírita e fizesse cursos, direitinho, bonitinho, pra desenvolver a mediunidade gradualmente e orientada, como deve ser. Mas eu tenho pressa e preguiça. Tento ser uma pessoa boa, então acredito que me rodeiam, em maioria, espíritos bons. Por isso arrisco essas viagens astrais, regressões e tentativas de comunicação tudo sozinha e sem medo.
Ainda quer encontrar umas três pessoas bondosas de boas vibrações para fazerem comigo a brincadeira do copo.
Por falar em regressão, ontem cheguei a ver em algo que seria uma vida anterior um molequinho de uns sete anos no final da década de 1920. Não sei se o moleque era eu, meu filho, ou alguém de quem eu cuidava, mas eu o vi correndo disperso em um campo, usava aquele macacão curtinho até o joelho, cinza, com camisa branca por baixo. O menino era loirinho, do cabelo liso.
Então o que acontece? Eu vejo essas coisas, me empolgo, perco a concentração, volto no susto e não vejo mais nada.
Até a próxima!
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sábado, 13 de julho de 2013
Desmemoriada
Não lembrei de sonho nenhum. Nenhum mesmo. Quer dizer, lembro de uma tolice, estava calçando tênis. Eu estava andando sei lá onde por motivo de não sei o quê, eu, que nunca calço tênis, olhei para os meus pés e disse: "Ainda bem que eu tô de tênis". Devia estar indo longe no sonho, hehehe
Mas com aplicativo ativado e tudo, não consegui mesmo lembrar de nada. Nem de Nana, nem de nada. Porém, hoje de manhã, vi passar uma luz branca no teto, muito rápido. Assim que abri os olhos, um facho branco passou rapidinho. Como se alguém tivesse captado a luz do Sol com um espelhinho ou relógio e tivesse refletido no teto, sabe?
Mas eu estou sozinha em casa, então acho que a Nana conseguiu canalizar ou refletir essa luz, porque eu vi fisicamente, fora da minha cabeça. Diferente de cenas que eu vejo "dentro" da minha mente, essa passou pelo teto, foi do lado de fora de mim. Fique feliz! Porque de luz eu não tenho medo.
Nana conseguiu um jeito de que eu a visse sem que eu sentisse medo. Daí eu já chorei no banho. Mas logo fiquei risonha, ela está conseguindo se manifestar na minha vida. Porque eu ouço barulhos de noite, os móveis estalando e tudo, mas quando acontece fico com medo, meu coração dispara. Ela deve perceber, né? Essa noite foi silenciosa, mas de manhã havia a luz passando no teto tão logo abri os olhos. Pensando bem, estou feliz!
Cada vez mais tenho certeza da existência da alma. Pelas minhas próprias experiências, por leituras de cientistas como Ian Stevenson (que pesquisou mais de 3000 casos de crianças que se lembravam de vidas passadas) e Brian Weiss, que sem querer (ou providenciado por energias que a gente não compreende) descobriu um canal que levava uma paciente a vidas anteriores. Ambos, psiquiatras renomados, acreditam que a explicação mais razoável para suas vivências é justamente a teoria da reencarnação. Independente de qualquer filosofia religiosa, eles estudam fatos. E 3000 evidências, pra mim, já é considerado como prova. Ou não?
Mas com aplicativo ativado e tudo, não consegui mesmo lembrar de nada. Nem de Nana, nem de nada. Porém, hoje de manhã, vi passar uma luz branca no teto, muito rápido. Assim que abri os olhos, um facho branco passou rapidinho. Como se alguém tivesse captado a luz do Sol com um espelhinho ou relógio e tivesse refletido no teto, sabe?
Mas eu estou sozinha em casa, então acho que a Nana conseguiu canalizar ou refletir essa luz, porque eu vi fisicamente, fora da minha cabeça. Diferente de cenas que eu vejo "dentro" da minha mente, essa passou pelo teto, foi do lado de fora de mim. Fique feliz! Porque de luz eu não tenho medo.
Nana conseguiu um jeito de que eu a visse sem que eu sentisse medo. Daí eu já chorei no banho. Mas logo fiquei risonha, ela está conseguindo se manifestar na minha vida. Porque eu ouço barulhos de noite, os móveis estalando e tudo, mas quando acontece fico com medo, meu coração dispara. Ela deve perceber, né? Essa noite foi silenciosa, mas de manhã havia a luz passando no teto tão logo abri os olhos. Pensando bem, estou feliz!
Cada vez mais tenho certeza da existência da alma. Pelas minhas próprias experiências, por leituras de cientistas como Ian Stevenson (que pesquisou mais de 3000 casos de crianças que se lembravam de vidas passadas) e Brian Weiss, que sem querer (ou providenciado por energias que a gente não compreende) descobriu um canal que levava uma paciente a vidas anteriores. Ambos, psiquiatras renomados, acreditam que a explicação mais razoável para suas vivências é justamente a teoria da reencarnação. Independente de qualquer filosofia religiosa, eles estudam fatos. E 3000 evidências, pra mim, já é considerado como prova. Ou não?
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Coincidências bisonhas
Essa noite sonhei, mas não consigo me lembrar com clareza. Também, dormi preocupada em encontrar a carta do jogo que perdi ontem. War Mitológico, jogo de tabuleiro, lembra o War, mas com algum charme a mais. Felícia veio buscar seu cachorro, perguntou o que eu ia fazer, já eram quase 10 da noite, eu disse que nada, né? Ela me convidou então pra jogar o War e pediu pro amigo dela, Fabiano, vir pra cá.
Logo que Nana partiu, há quase um mês, Felícia estava me visitando e eu perguntei a ela se ela acreditava que o espírito da Nana poderia estar por aqui. Ela disse que não acreditava, pois, se existisse uma consciência, teoricamente seria capaz de manipular energia. Então, se ela estivesse aqui, a luz piscaria.
Minuto de silêncio, a luz não piscou. Felícia ainda completou: "Ainda bem que não piscou, senão eu sairia correndo!"
Pois ontem estávamos jogando o War e a luz piscou e uma das lâmpadas da sala de jantar queimou, enfraquecendo na hora a claridade. Ok, a lâmpada tem vida útil, já deveria estar no tempo dela. Mas eu acendo a lâmpada todo santo dia, foi piscar e queimar justo com a Felícia aqui? Coincidência demais, né? Eu não perdi a oportunidade de cutucar:
-Ah, lembra aquele dia que você disse que se a titia estivesse aqui a luz piscaria? Hoje piscou.
-Para, Denise, a luz queimou, só isso.
-Com você aqui? Eu acendo a lâmpada todos os dias, foi queimar bem hoje com você aqui?
-`Para, Denise. Senão eu não consigo dormir.
O fato é que, energia manipulada ou não, a lâmpada piscou. Coincidência ou não, a lâmpada queimou. E fatos estranhos por fatos estranhos, a gente falou em fazer a brincadeira do copo, uma carta do jogo desapareceu. Foi desintegrada, praticamente, como se tivesse sido tragada pela terra. A minha carta de objetivo do jogo, quase morro de vergonha. Estraguei a brincadeira, perdemos meia hora procurando a bendita, e nada. A única explicação plausível é que tenha caído no chão e o cachorro tenha mastigado e engolido, pois nem destroços encontramos. E papel, normalmente, ele mastiga mas não engole, só destrói.
Eu ainda acho que tem alguma força sobrenatural por detrás do sumiço da carta, pois até no lixo reviramos.
Enfim, a Fê ficou de dar uma olhada no cocô do bichinho, pra ver se pelo menos tem sinal da carta, pra eu parar de procurar. Já fiz faxina hoje e nada. Pedi pra São Longuinho e nem.
E por hoje é só, que eu pedi pra sonhar com o lugar em que estava carta e sonhei mas não lembro de nada, só de umas marmitas plásticas transparentes. Procurei nas marmitas e não achei.
Mais um mistério da vida, vamo que vamo.
Logo que Nana partiu, há quase um mês, Felícia estava me visitando e eu perguntei a ela se ela acreditava que o espírito da Nana poderia estar por aqui. Ela disse que não acreditava, pois, se existisse uma consciência, teoricamente seria capaz de manipular energia. Então, se ela estivesse aqui, a luz piscaria.
Minuto de silêncio, a luz não piscou. Felícia ainda completou: "Ainda bem que não piscou, senão eu sairia correndo!"
Pois ontem estávamos jogando o War e a luz piscou e uma das lâmpadas da sala de jantar queimou, enfraquecendo na hora a claridade. Ok, a lâmpada tem vida útil, já deveria estar no tempo dela. Mas eu acendo a lâmpada todo santo dia, foi piscar e queimar justo com a Felícia aqui? Coincidência demais, né? Eu não perdi a oportunidade de cutucar:
-Ah, lembra aquele dia que você disse que se a titia estivesse aqui a luz piscaria? Hoje piscou.
-Para, Denise, a luz queimou, só isso.
-Com você aqui? Eu acendo a lâmpada todos os dias, foi queimar bem hoje com você aqui?
-`Para, Denise. Senão eu não consigo dormir.
O fato é que, energia manipulada ou não, a lâmpada piscou. Coincidência ou não, a lâmpada queimou. E fatos estranhos por fatos estranhos, a gente falou em fazer a brincadeira do copo, uma carta do jogo desapareceu. Foi desintegrada, praticamente, como se tivesse sido tragada pela terra. A minha carta de objetivo do jogo, quase morro de vergonha. Estraguei a brincadeira, perdemos meia hora procurando a bendita, e nada. A única explicação plausível é que tenha caído no chão e o cachorro tenha mastigado e engolido, pois nem destroços encontramos. E papel, normalmente, ele mastiga mas não engole, só destrói.
Eu ainda acho que tem alguma força sobrenatural por detrás do sumiço da carta, pois até no lixo reviramos.
Enfim, a Fê ficou de dar uma olhada no cocô do bichinho, pra ver se pelo menos tem sinal da carta, pra eu parar de procurar. Já fiz faxina hoje e nada. Pedi pra São Longuinho e nem.
E por hoje é só, que eu pedi pra sonhar com o lugar em que estava carta e sonhei mas não lembro de nada, só de umas marmitas plásticas transparentes. Procurei nas marmitas e não achei.
Mais um mistério da vida, vamo que vamo.
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quinta-feira, 11 de julho de 2013
Sonho e regressão
Bom, essa noite foi do babado.
Vamos partir de um princípio: não dá pra tentar fazer regressão e ligar o aplicativo para ter sonhos conscientes, tudo ao mesmo tempo agora, pelo seguinte, creio eu: é muita energia junta. É muita informação pro sono tranquilo da pessoa.
Ontem a noite, liguei o aplicativo e fui tentar me auto-sugerir uma regressão. Então aquele mesmo processo: imaginar que está em um lugar bonito e tranquilo, junto à natureza, vendo as nuvens passarem, ir relaxando os músculos da face, depois os do pescoço, do tronco, braços, pernas, o último dedinho do pé, enfim. Relaxei. E imaginei que subia uma escada em espiral. Subi, subi, subi até ver a Terra do alto, e parecia mesmo que eu tava vendo. Depois desci, desci, desci até um lamaçal. Essa história de lamaçal me assusta, porque, de forma consciente, eu não gostaria que ele estivesse ali, mas ele sempre aparece.
Daí lembro que lama causa má impressão em adulto, porque se eu fosse uma criança ia amar fazer folia naquele monte de lama. Enfim, peguei um livro e me lembro de uma data na capa do livro, 1764. Eu via uma senhora meio de idade, no caso eu, chegando de carruagem em um castelo, de noite, com chuva e frio. Eu estava indo tentar salvar o filho criança do Rei, que eu não me lembro o rosto, e da Rainha, que também não sei quem é. Pelo menos não associei com ninguém da minha vida atual. Eu chegava na carruagem, não sei se eu era uma sacerdotisa ou uma curandeira, sabia que ajudava pessoas doentes, mas para aquele caso, não estava com uma boa intuição. Talvez os reis tivessem demorado muito a me chamar? Ou era uma peste para a qual eu ainda não conhecia ervas que curassem? Fiquei tão fascinada e pensando em como iria anotar tudo aquilo que meu consciente tomou o lugar do subconsciente e eu não consegui ver mais nada naquela vida. Apenas ficou a lembrança de um nome e uma data: Ágora, 1764
Toca eu correr pro professor Google, se der alguma coisa eu volto pra contar mais tarde.
Mas a conclusão da noite é que eu tive uma noite péssima, acordando toda hora, ouvindo barulhos que vinham de baixo, da sala, a TAM Fidelidade me mandando torpedo as 2:30h da manhã, enfim. Um quiproquó. Mas eu ainda consegui lembrar de alguma coisa, tinha a Nana no sonho, mas ela não falou comigo, quem falou foi alguma alma que estava com ela. Disse que nós duas, juntas, tínhamos uma importante missão na Terra.
Eu sou meio cabrera com esse negócio de missão e tal, nem sempre ponho a maior fé. Enfim, não consigo lembrar mais nada, mesmo porque a noite foi mal dormida.
Por enquanto é isso, minha gente! Se eu for me aventurar pelo cochilo regenerador de depois do almoço, venho contar as aventuras lúdicas dos meus sonhos dourados.
Beijos!
Vamos partir de um princípio: não dá pra tentar fazer regressão e ligar o aplicativo para ter sonhos conscientes, tudo ao mesmo tempo agora, pelo seguinte, creio eu: é muita energia junta. É muita informação pro sono tranquilo da pessoa.
Ontem a noite, liguei o aplicativo e fui tentar me auto-sugerir uma regressão. Então aquele mesmo processo: imaginar que está em um lugar bonito e tranquilo, junto à natureza, vendo as nuvens passarem, ir relaxando os músculos da face, depois os do pescoço, do tronco, braços, pernas, o último dedinho do pé, enfim. Relaxei. E imaginei que subia uma escada em espiral. Subi, subi, subi até ver a Terra do alto, e parecia mesmo que eu tava vendo. Depois desci, desci, desci até um lamaçal. Essa história de lamaçal me assusta, porque, de forma consciente, eu não gostaria que ele estivesse ali, mas ele sempre aparece.
Daí lembro que lama causa má impressão em adulto, porque se eu fosse uma criança ia amar fazer folia naquele monte de lama. Enfim, peguei um livro e me lembro de uma data na capa do livro, 1764. Eu via uma senhora meio de idade, no caso eu, chegando de carruagem em um castelo, de noite, com chuva e frio. Eu estava indo tentar salvar o filho criança do Rei, que eu não me lembro o rosto, e da Rainha, que também não sei quem é. Pelo menos não associei com ninguém da minha vida atual. Eu chegava na carruagem, não sei se eu era uma sacerdotisa ou uma curandeira, sabia que ajudava pessoas doentes, mas para aquele caso, não estava com uma boa intuição. Talvez os reis tivessem demorado muito a me chamar? Ou era uma peste para a qual eu ainda não conhecia ervas que curassem? Fiquei tão fascinada e pensando em como iria anotar tudo aquilo que meu consciente tomou o lugar do subconsciente e eu não consegui ver mais nada naquela vida. Apenas ficou a lembrança de um nome e uma data: Ágora, 1764
Toca eu correr pro professor Google, se der alguma coisa eu volto pra contar mais tarde.
Mas a conclusão da noite é que eu tive uma noite péssima, acordando toda hora, ouvindo barulhos que vinham de baixo, da sala, a TAM Fidelidade me mandando torpedo as 2:30h da manhã, enfim. Um quiproquó. Mas eu ainda consegui lembrar de alguma coisa, tinha a Nana no sonho, mas ela não falou comigo, quem falou foi alguma alma que estava com ela. Disse que nós duas, juntas, tínhamos uma importante missão na Terra.
Eu sou meio cabrera com esse negócio de missão e tal, nem sempre ponho a maior fé. Enfim, não consigo lembrar mais nada, mesmo porque a noite foi mal dormida.
Por enquanto é isso, minha gente! Se eu for me aventurar pelo cochilo regenerador de depois do almoço, venho contar as aventuras lúdicas dos meus sonhos dourados.
Beijos!
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quarta-feira, 10 de julho de 2013
Mais uma tentativa
Vamos lá. Hoje é 10/07/13 e por alguma razão esdrúxula que eu não consigo atinar, o Blog marca a postagem com um horário nada a ver e isso super confunde a minha vida, pois esse é um blog de sonhos, concorda? Então eu tenho que colocar o horário aqui pra eu entender posteriormente, já que sonhos acontecem em horários específicos, não por acaso, a noite.
Faço posts lindos durante o dia sobre o que eu acabei ou não de sonhar, mas esse, salvo engano, é o primeiro em que escrevo ANTES de dormir. E loguei justamente pra dizer que eu esqueci de ficar durante o dia me perguntando se é um sonho, conforme indicações do dr. Google. Para ajudar a ter sonhos conscientes, a gente deve ficar se perguntando se é um sonho, pois daí no sonho a gente vai se perguntar também e vai descobrir que tudo é um sonho, vou lembrar de tudo e tudo vai ficar lindo. Né?
Acredito que escrever que eu vou sonhar, que vão ser sonhos bons, que eu vou aprender sobre o funcionamento da alma, escrever isso pode ajudar a reafirmar em mim e facilitar a lembrança dos momentos vividos em sono profundo, em que, acredito, a alma se desloca até um outro plano. Essa vontade de conhecer o mundo que existe depois que a gente sai desse mundo, seja em sonho, seja em fim de vida, isso me move agora. Entender dos mistérios que não se explicam pela ciência, das histórias de reencarnação, intuição, sabedoria adquirida e presumida. Comunicações extra sensoriais, sensações psíquicas, tudo me atrai agora, eu, a meio mística meio cética.
Já estou indo pra cama, vou tentar de novo uma pequena regressão para conhecer alguma vida anterior. Amanhã volto pra contar em detalhes tudo o que lembrei!
Faço posts lindos durante o dia sobre o que eu acabei ou não de sonhar, mas esse, salvo engano, é o primeiro em que escrevo ANTES de dormir. E loguei justamente pra dizer que eu esqueci de ficar durante o dia me perguntando se é um sonho, conforme indicações do dr. Google. Para ajudar a ter sonhos conscientes, a gente deve ficar se perguntando se é um sonho, pois daí no sonho a gente vai se perguntar também e vai descobrir que tudo é um sonho, vou lembrar de tudo e tudo vai ficar lindo. Né?
Acredito que escrever que eu vou sonhar, que vão ser sonhos bons, que eu vou aprender sobre o funcionamento da alma, escrever isso pode ajudar a reafirmar em mim e facilitar a lembrança dos momentos vividos em sono profundo, em que, acredito, a alma se desloca até um outro plano. Essa vontade de conhecer o mundo que existe depois que a gente sai desse mundo, seja em sonho, seja em fim de vida, isso me move agora. Entender dos mistérios que não se explicam pela ciência, das histórias de reencarnação, intuição, sabedoria adquirida e presumida. Comunicações extra sensoriais, sensações psíquicas, tudo me atrai agora, eu, a meio mística meio cética.
Já estou indo pra cama, vou tentar de novo uma pequena regressão para conhecer alguma vida anterior. Amanhã volto pra contar em detalhes tudo o que lembrei!
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Que lástima
Detesto sonhar, saber que eu sonhei, lembrar depois esquecer. Acho que vou ter que levar o caderninho pra do lado da cama, se eu quiser dar sequência nessa ideia maluca e viável de viajar através dos planos por meio dos sonhos.
Ontem, não liguei o aplicativo dos sonhos, porque a bateria do celular estava cheia. Decidi então usá-lo dia sim, dia não, já que tenho receio mesmo de engastaiar na tomada com a bateria cheinha, não adianta, tenho dó. Antes de dormir, tentei fazer o exercício da regressão, mas estava com muito sono já, dormi no meio. Ou seja, fui pra lugar nenhum. Tá fácil pra ninguém, né?
Essa noite sonhei, certeza, lembrei quando dei uma acordada com vontade de fazer xixi. Relembrei, pensei, quando eu acordar eu anoto, mesmo porque a lesa aqui nem levou bloquinho ou caderno pra do lado da cama. Legal, só que quando acordei, o sonho já era. Tinha a Nana, sempre, personagem querido e constante dos meus sonhos, pois tenho certeza que a gente se encontra. Mas não me recordo de fatos.
Hoje acordei meio tristonha, meio chororô, e nem foi porque não lembrei do sonho. Foi saudade mesmo. Por mais em paz, descansando, em um lugar melhor e feliz que a pessoa esteja, nós somos essencialmente egoístas, preferia ela mil vezes me chamando a noite toda, precisando de cuidados. Droga, viu?
Agora seguir, o empenho em me tornar consciente dos sonhos, conseguir uma comunicação com os espíritos e lembrar de vidas passadas tornou-se questão de prioridade pra mim.
Ontem, não liguei o aplicativo dos sonhos, porque a bateria do celular estava cheia. Decidi então usá-lo dia sim, dia não, já que tenho receio mesmo de engastaiar na tomada com a bateria cheinha, não adianta, tenho dó. Antes de dormir, tentei fazer o exercício da regressão, mas estava com muito sono já, dormi no meio. Ou seja, fui pra lugar nenhum. Tá fácil pra ninguém, né?
Essa noite sonhei, certeza, lembrei quando dei uma acordada com vontade de fazer xixi. Relembrei, pensei, quando eu acordar eu anoto, mesmo porque a lesa aqui nem levou bloquinho ou caderno pra do lado da cama. Legal, só que quando acordei, o sonho já era. Tinha a Nana, sempre, personagem querido e constante dos meus sonhos, pois tenho certeza que a gente se encontra. Mas não me recordo de fatos.
Hoje acordei meio tristonha, meio chororô, e nem foi porque não lembrei do sonho. Foi saudade mesmo. Por mais em paz, descansando, em um lugar melhor e feliz que a pessoa esteja, nós somos essencialmente egoístas, preferia ela mil vezes me chamando a noite toda, precisando de cuidados. Droga, viu?
Agora seguir, o empenho em me tornar consciente dos sonhos, conseguir uma comunicação com os espíritos e lembrar de vidas passadas tornou-se questão de prioridade pra mim.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Importância de anotar
Hoje a tarde, feriado em São Paulo, depois do almoço, friozinho, fui dar aquela cochiladinha veiaca. Foi gostoso, dormi profundamente por uns quarenta minutos, achei que não tivesse sonhado. Já despertando, ainda deitada, fui me atrever a fazer um exercício de regressão a vidas passadas como vi no livro do Weiss, "Muitas Vidas, Muitos Mestres"
Preciso dizer pra não tentar isso em casa? É por sua conta e risco, eu arrisquei. Fiz assim: deitada, de barriga pra cima, fui imaginando todos os músculos do meu corpo relaxando desde os músculos da face, pescoço, membros, tudo soltando, um prepara básico para meditação, que pratiquei por uns anos, inclusive. Depois, imaginei uma luz branca no centro dos meus olhos e imaginava essa luz me invadindo, por vezes me envolvendo e comecei a descer por uma escada em espiral. Desci muito, até encontrar uma biblioteca lamacenta (minha imaginação poderia ter nos poupado da lama), e enfiei a mão no lamaçal e de lá tirei um livro, que, ao abrir, me mostrou uma cena: eu estava em uma casa simples de fazenda batendo um bolo, estava só, vestia trajes simples, um pano amarrado à cabeça. Parecia esperar alguém, minha imagem era um pouco diferente da minha real, mas eu sabia que era eu. Havia muito verde ao alcance da vista. Minha tentativa de descobrir local, data, detalhes, me afastaram um pouco da imagem. Parece que perdi o contato.
Para não voltar abruptamente, imaginei meu ser fazendo todo o caminha de volta pela escada espiral.
Foi bacana.
No fim de tarde, porém, acabei me lembrando que sonhei com alguma coisa no cochilo da tarde, lembrei do sonho, mas não anotei na hora. Depois, quando fui tentar lembrar pra anotar, quem disse que eu conseguia? Moral da história... se você quer entender os seus sonhos e associar algum significado a eles, tem que correr e anotar assim que lembrar porque sonhos fogem pelas nossas mãos. Tenho sonhado bastante, tento lembrar de, durante o dia, me perguntar se as situações que estou vivendo são um sonho. Eu penso "Isso é um sonho?" Concluo que não e continuo tocando.
A casa faz barulhos estranhos, estou sozinha, mas não tenho medo. Nada mais me dá medo nessa vida.
E super recomendo o livro do Weiss.
Preciso dizer pra não tentar isso em casa? É por sua conta e risco, eu arrisquei. Fiz assim: deitada, de barriga pra cima, fui imaginando todos os músculos do meu corpo relaxando desde os músculos da face, pescoço, membros, tudo soltando, um prepara básico para meditação, que pratiquei por uns anos, inclusive. Depois, imaginei uma luz branca no centro dos meus olhos e imaginava essa luz me invadindo, por vezes me envolvendo e comecei a descer por uma escada em espiral. Desci muito, até encontrar uma biblioteca lamacenta (minha imaginação poderia ter nos poupado da lama), e enfiei a mão no lamaçal e de lá tirei um livro, que, ao abrir, me mostrou uma cena: eu estava em uma casa simples de fazenda batendo um bolo, estava só, vestia trajes simples, um pano amarrado à cabeça. Parecia esperar alguém, minha imagem era um pouco diferente da minha real, mas eu sabia que era eu. Havia muito verde ao alcance da vista. Minha tentativa de descobrir local, data, detalhes, me afastaram um pouco da imagem. Parece que perdi o contato.
Para não voltar abruptamente, imaginei meu ser fazendo todo o caminha de volta pela escada espiral.
Foi bacana.
No fim de tarde, porém, acabei me lembrando que sonhei com alguma coisa no cochilo da tarde, lembrei do sonho, mas não anotei na hora. Depois, quando fui tentar lembrar pra anotar, quem disse que eu conseguia? Moral da história... se você quer entender os seus sonhos e associar algum significado a eles, tem que correr e anotar assim que lembrar porque sonhos fogem pelas nossas mãos. Tenho sonhado bastante, tento lembrar de, durante o dia, me perguntar se as situações que estou vivendo são um sonho. Eu penso "Isso é um sonho?" Concluo que não e continuo tocando.
A casa faz barulhos estranhos, estou sozinha, mas não tenho medo. Nada mais me dá medo nessa vida.
E super recomendo o livro do Weiss.
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Sonho com quadro
Hoje, usando o aplicativo Dream:ON consegui sonhar e lembrar nitidamente.
Estávamos em um velório, velório da Nana, e as pessoas a cutucavam porque queriam que ela respondesse algumas coisas que deixou inacabadas, desse notícias de coisas.
Eu pensava "ela não está aí, tolinhos", e acordei no meio do sonho.
Não foi pesadelo, apesar de trazer velório, era suave como a morte deveria ser.
Levantei, fiz meu xixi, voltei a dormir e desejei voltar para o mesmo sonho. E quase foi, pois ainda tinha a Nana, mas não era mais o seu velório, ela estava tentando me mostrar alguma coisa em um quadro. O que será que significa sonhar com quadros? Havia uma moça com um vestidão nesse quadro.
O importante é que ela veio, estava bonita, sem aquela aparência de cansada dos primeiros sonhos.
E assim, mais um dia de Diário dos Sonhos. Quem sabe um dia não consigo lhes imprimir um significado?
Estávamos em um velório, velório da Nana, e as pessoas a cutucavam porque queriam que ela respondesse algumas coisas que deixou inacabadas, desse notícias de coisas.
Eu pensava "ela não está aí, tolinhos", e acordei no meio do sonho.
Não foi pesadelo, apesar de trazer velório, era suave como a morte deveria ser.
Levantei, fiz meu xixi, voltei a dormir e desejei voltar para o mesmo sonho. E quase foi, pois ainda tinha a Nana, mas não era mais o seu velório, ela estava tentando me mostrar alguma coisa em um quadro. O que será que significa sonhar com quadros? Havia uma moça com um vestidão nesse quadro.
O importante é que ela veio, estava bonita, sem aquela aparência de cansada dos primeiros sonhos.
E assim, mais um dia de Diário dos Sonhos. Quem sabe um dia não consigo lhes imprimir um significado?
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Significados ocultos
Acordei meio chateada por não me lembrar de ter sonhado essa noite, apesar de ter ativado o aplicativo Dream:ON mas, quando estava na varanda tomando o sol da manhã, olhei para a Pandora, minha Labrador preta, com o queixo todo cheio de pelos brancos olhando pra mim. Sinal do tempo, tadinha, sempre foi completamente preta. Foi então que me lembrei que sonhei essa noite, sim. Sonhei que estava com alguém, acho que era a Nana, minha companheira, que já não vive mais. Mas olhávamos para o queixo de Pandora, havia poucos pelos brancos, no sonho ela não estava envelhecendo. Comentei, ela não envelhece.
Bonitinho. Mas não entendi bulhufas do significado, se é que tem algum. Sei que daí me veio uns lampejos, o rostinho da Nana ainda um pouco inchado, mas com aspecto bem melhor do que quando ela se foi.
Isso confirma uma teoria minha, de que, caso exista uma alma, quando ela sai do corpo e parte, seu restabelecimento é o inverso proporcional à enfermidade. Se morreu doentinho, vai sarando aos poucos, devagar, até ficar bom de novo. Se morreu velhinho, vai sarando, melhorando, rejuvenescendo, até ser criança de novo e renascer. Super meigo.
Utopia? Talvez uma tentativa de explicação. Já que não acredito 100% na existência da alma, algo que possa fazer algum sentido lógico talvez tenha o poder de ajudar a me convencer, oras bolas, por que não? Acredito 50%, em consciência em separado do cérebro, já que tocamos no assunto. Como ninguém conseguiu provar nem que existe, nem que não existe vida após a morte, ou continuidade da consciência, sou obrigada, seguindo meus instintos intelectuais, a crer que tanto os crentes quanto os céticos têm a mesma chance de estarem certos.
Gostaria muito, mesmo, de acreditar. Saber de existência da alma enquanto verdade aliviaria nossa dor quando perdemos alguém querido, assim como também dá um sentido que preste a esta estranha existência.
Espero chegar a uma conclusão definitiva a esse respeito. E logo!
Bonitinho. Mas não entendi bulhufas do significado, se é que tem algum. Sei que daí me veio uns lampejos, o rostinho da Nana ainda um pouco inchado, mas com aspecto bem melhor do que quando ela se foi.
Isso confirma uma teoria minha, de que, caso exista uma alma, quando ela sai do corpo e parte, seu restabelecimento é o inverso proporcional à enfermidade. Se morreu doentinho, vai sarando aos poucos, devagar, até ficar bom de novo. Se morreu velhinho, vai sarando, melhorando, rejuvenescendo, até ser criança de novo e renascer. Super meigo.
Utopia? Talvez uma tentativa de explicação. Já que não acredito 100% na existência da alma, algo que possa fazer algum sentido lógico talvez tenha o poder de ajudar a me convencer, oras bolas, por que não? Acredito 50%, em consciência em separado do cérebro, já que tocamos no assunto. Como ninguém conseguiu provar nem que existe, nem que não existe vida após a morte, ou continuidade da consciência, sou obrigada, seguindo meus instintos intelectuais, a crer que tanto os crentes quanto os céticos têm a mesma chance de estarem certos.
Gostaria muito, mesmo, de acreditar. Saber de existência da alma enquanto verdade aliviaria nossa dor quando perdemos alguém querido, assim como também dá um sentido que preste a esta estranha existência.
Espero chegar a uma conclusão definitiva a esse respeito. E logo!
domingo, 7 de julho de 2013
Uma prova do Céu - Por que ler?
Acabo de ler o livro "Uma Prova do Céu - Dr. Eben Alexander III", um relato impressionante do que supostamente pode acontecer com a alma após a sua saída do corpo.
O dr. Alexander é um neurocirurgião cético, cientista renomado, professor de Harvard e incrédulo dos mistérios da vida. De repente, se depara com uma enfermidade, uma meningite aguda e devastadora que o coloca em coma por uma semana. Durante esse período, sua alma transcende a um outro plano, e no livro ele relata as maravilhas, as cores, a intensidade dos sentimentos e dos sons e de tudo que cerca o lugar.
Ao ler este livro, por muitas vezes vi na descrição do doutor um relato muito parecido com o que eu mesma tento enquadrar como explicação plausível para os mistérios que nos rodeiam.
Porque se temos sonhos premonitórios, é porque determinadas coisas estão destinadas a acontecer, alguém vem e nos conta. Quem nos conta? E nessa imensidão de Universo que a gente vê só um pouquinho quando olha pro céu de noite, será que só cabe a gente mesmo? Não é muita pretensão?
O doutor Eben Alexander escreve muito bem, com linguagem simples e acessível, com a preocupação de informar o leitor leigo com uma ótica viável de compreensão. Explica direitinho o funcionamento do cérebro, do corpo humano, de maneira bacana que a gente consegue entender. Conforme vamos lendo, parece que aquilo que ele mostra está no inconsciente coletivo, impregnado na alma da gente, dá a sensação mesmo de que tudo que está ali já foi visto ou sentido por quem está lendo, em algum tempo, em algum lugar do espaço.
Adoro relatos de cientistas, porque eles já partem da premissa que a própria ciência tem explicação para tudo, até perceberem que não. Um excelente trabalho, recomendo para quem, assim como eu, ainda busca respostas sobre a existência humana e os caminhos desconhecidos existentes entre a vida como a conhecemos e a morte que tememos.
O dr. Alexander é um neurocirurgião cético, cientista renomado, professor de Harvard e incrédulo dos mistérios da vida. De repente, se depara com uma enfermidade, uma meningite aguda e devastadora que o coloca em coma por uma semana. Durante esse período, sua alma transcende a um outro plano, e no livro ele relata as maravilhas, as cores, a intensidade dos sentimentos e dos sons e de tudo que cerca o lugar.
Ao ler este livro, por muitas vezes vi na descrição do doutor um relato muito parecido com o que eu mesma tento enquadrar como explicação plausível para os mistérios que nos rodeiam.
Porque se temos sonhos premonitórios, é porque determinadas coisas estão destinadas a acontecer, alguém vem e nos conta. Quem nos conta? E nessa imensidão de Universo que a gente vê só um pouquinho quando olha pro céu de noite, será que só cabe a gente mesmo? Não é muita pretensão?
O doutor Eben Alexander escreve muito bem, com linguagem simples e acessível, com a preocupação de informar o leitor leigo com uma ótica viável de compreensão. Explica direitinho o funcionamento do cérebro, do corpo humano, de maneira bacana que a gente consegue entender. Conforme vamos lendo, parece que aquilo que ele mostra está no inconsciente coletivo, impregnado na alma da gente, dá a sensação mesmo de que tudo que está ali já foi visto ou sentido por quem está lendo, em algum tempo, em algum lugar do espaço.
Adoro relatos de cientistas, porque eles já partem da premissa que a própria ciência tem explicação para tudo, até perceberem que não. Um excelente trabalho, recomendo para quem, assim como eu, ainda busca respostas sobre a existência humana e os caminhos desconhecidos existentes entre a vida como a conhecemos e a morte que tememos.
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Sonho natural
Hoje é domingo, 07/07/13
Dei descanso pro meu celular, pois, para o aplicativo do sonho funcionar corretamente, é necessário que ele fique plugado à tomada. Já eram duas noites em que eu colocava o bichinho pra carregar com a bateria quase cheia, tenho dó, medo de viciar a bateria, essas coisas.
Mas consegui sonhar e lembrar mesmo assim. Sonhei com polícia. Vários policiais me olhavam, mas não me paravam, por fim um me abordou, mas não deu tempo de concluir, o sonho acabou. Sem pesadelo, foi tranquilo, então acho que tudo bem. É normal sonhar que está sendo perseguido por polícia? Mas no meu sonho ela não me perseguia, apenas eu passava por ela.
Sonhei um pouquinho com a Nana também. Enquanto no sonho da noite anterior ela ainda parecia cansada, nesse já tinha um aspecto melhor, mas no sonho ela parecia constrangida, meio que pedindo desculpas por ter ido tão cedo. E sentou num banquinho para descansar. Linda, não tem do que pedir desculpas. Não precisa se esforçar pra vir me ver, espera aí quietinha que logo eu aprendo o caminho pra chegar. Ainda mais com essa experiência de sonho consciente!
Eu acho que durante os sonhos, a alma consegue viajar pelo espaço, encontrar com almas que não vivem mais neste planeta, estreitar laços. Foi bom sonhar com ela de novo, gostaria de vê-la todas as noites, mas parece cansativo, sobretudo pra ela.
Estou lendo o livro do neurocirurgião Alexander Eben, que era cético e se convenceu da vida após a morte depois de voltar de um coma. É muito legal, nem parece um neurocientista falando, a linguagem é acessível e bem gostoso de se ler. O nome do livro é "Uma Prova do Céu", editora Sextante.
Eu gosto de alimentar meu lado cético com esses livros escritos por cientistas, quero e ainda vou convencê-lo a não se preocupar com bobagens.
Enquanto isso, continuo preenchendo meu diário de sonhos, vamos analisar até onde eles podem nos levar.
Qualquer experiência sobre sonhos ou comunicação entre almas será bem vinda!
Dei descanso pro meu celular, pois, para o aplicativo do sonho funcionar corretamente, é necessário que ele fique plugado à tomada. Já eram duas noites em que eu colocava o bichinho pra carregar com a bateria quase cheia, tenho dó, medo de viciar a bateria, essas coisas.
Mas consegui sonhar e lembrar mesmo assim. Sonhei com polícia. Vários policiais me olhavam, mas não me paravam, por fim um me abordou, mas não deu tempo de concluir, o sonho acabou. Sem pesadelo, foi tranquilo, então acho que tudo bem. É normal sonhar que está sendo perseguido por polícia? Mas no meu sonho ela não me perseguia, apenas eu passava por ela.
Sonhei um pouquinho com a Nana também. Enquanto no sonho da noite anterior ela ainda parecia cansada, nesse já tinha um aspecto melhor, mas no sonho ela parecia constrangida, meio que pedindo desculpas por ter ido tão cedo. E sentou num banquinho para descansar. Linda, não tem do que pedir desculpas. Não precisa se esforçar pra vir me ver, espera aí quietinha que logo eu aprendo o caminho pra chegar. Ainda mais com essa experiência de sonho consciente!
Eu acho que durante os sonhos, a alma consegue viajar pelo espaço, encontrar com almas que não vivem mais neste planeta, estreitar laços. Foi bom sonhar com ela de novo, gostaria de vê-la todas as noites, mas parece cansativo, sobretudo pra ela.
Estou lendo o livro do neurocirurgião Alexander Eben, que era cético e se convenceu da vida após a morte depois de voltar de um coma. É muito legal, nem parece um neurocientista falando, a linguagem é acessível e bem gostoso de se ler. O nome do livro é "Uma Prova do Céu", editora Sextante.
Eu gosto de alimentar meu lado cético com esses livros escritos por cientistas, quero e ainda vou convencê-lo a não se preocupar com bobagens.
Enquanto isso, continuo preenchendo meu diário de sonhos, vamos analisar até onde eles podem nos levar.
Qualquer experiência sobre sonhos ou comunicação entre almas será bem vinda!
sábado, 6 de julho de 2013
Primeiros sonhos
Estava com dificuldades para lembrar dos meus sonhos. Então, baixei um aplicativo que se compromete a ajudar a lembrar dos sonhos e ter sonhos conscientes (Dream:ON Apple Store)
E não é que funcionou?
Primeira noite, de 04/07/13 para 05/07/13, de quinta para sexta-feira, liguei o aplicativo e coloquei na cama, conforme instruções. Tem que ter um inglês basiquinho, como aliás, é o meu. Deu certo. Sonhei que encontrava um Delegado vereador aqui da minha cidade e ele fazia a maior cara de espanto ao me ver. Espero que não seja premonitório, ele parecia assustado. Não deve ser bom sonhar que um delegado se assusta com sua presença, eu, hein? Espero que seja o vereador que estava no sonho! Não foi sonho consciente, mas lembrei bonitinho.
Segundo e mais importante, alvo inclusive dessa minha incursão à tecnologia de lembrar sonhos, um sonho que tenho desde a infância, alguém inventar qualquer coisa que ajudasse a gente a lembrar do que sonha. E sonhos de criança às vezes se realizam! Nessa segunda noite, de sexta para sábado, hoje, sonhei com a minha Nana. Nana era minha companheira e eu a perdi, morreu de morte natural em meus braços, após muitos anos de luta contra diversas enfermidades. Mas era alguém de quem eu era muito próxima e a quem, nos últimos quatro anos, dedicava total e integral atenção. Tínhamos facilidades telepáticas, o que, em minha concepção, pode auxiliar em um contato futuro.
Sempre acreditei que conversamos com os que se foram através dos sonhos. Então, tenho tendência a acreditar na existência da alma. Por outro lado, meu intelecto insiste que pode ser algum raio de reação em meu cérebro que me leva a crer que sonhei com ela, mas podem ser apenas lembranças imaginativas, já que a cena com que sonhei nunca aconteceu.
Um ano e pouco antes da Nana falecer, em 2012, enquanto viajávamos para o Nordeste, uma amiga de trabalho da dela, Vânia, (as duas eram inclusive bem ligadas enquanto Nana ainda trabalhava), faleceu de morte natural, jovem também, se não me engano, em consequência de uma leucemia. No sonho dessa noite, na véspera de completar 21 dias que perdia minha Nana, sonhei que ela apareceu com essa colega de trabalho, e, no sonho, eu me preocupava se Nana estava bem, se não estava sozinha onde estava. Foi então que Vânia disse "Ih, ela tá mais enturmada do que eu!".
Gente, na boa, eu nem lembrava da existência da Vânia. Ela me aparece no sonho só pra me afirmar que a minha Nana, cuja alma ainda me preocupa, estava bem e feliz, enturmada. Não seria diferente, Nana era a expressão da alegria em pessoa.
Sendo assim, deveria ser obrigada a acreditar nessa separação distinta entre corpo e alma. Ok, tudo bem, até acredito. Mas não sossego enquanto não souber direitinho como funciona e como podemos manipular o contato com essas energias.
E não é que funcionou?
Primeira noite, de 04/07/13 para 05/07/13, de quinta para sexta-feira, liguei o aplicativo e coloquei na cama, conforme instruções. Tem que ter um inglês basiquinho, como aliás, é o meu. Deu certo. Sonhei que encontrava um Delegado vereador aqui da minha cidade e ele fazia a maior cara de espanto ao me ver. Espero que não seja premonitório, ele parecia assustado. Não deve ser bom sonhar que um delegado se assusta com sua presença, eu, hein? Espero que seja o vereador que estava no sonho! Não foi sonho consciente, mas lembrei bonitinho.
Segundo e mais importante, alvo inclusive dessa minha incursão à tecnologia de lembrar sonhos, um sonho que tenho desde a infância, alguém inventar qualquer coisa que ajudasse a gente a lembrar do que sonha. E sonhos de criança às vezes se realizam! Nessa segunda noite, de sexta para sábado, hoje, sonhei com a minha Nana. Nana era minha companheira e eu a perdi, morreu de morte natural em meus braços, após muitos anos de luta contra diversas enfermidades. Mas era alguém de quem eu era muito próxima e a quem, nos últimos quatro anos, dedicava total e integral atenção. Tínhamos facilidades telepáticas, o que, em minha concepção, pode auxiliar em um contato futuro.
Sempre acreditei que conversamos com os que se foram através dos sonhos. Então, tenho tendência a acreditar na existência da alma. Por outro lado, meu intelecto insiste que pode ser algum raio de reação em meu cérebro que me leva a crer que sonhei com ela, mas podem ser apenas lembranças imaginativas, já que a cena com que sonhei nunca aconteceu.
Um ano e pouco antes da Nana falecer, em 2012, enquanto viajávamos para o Nordeste, uma amiga de trabalho da dela, Vânia, (as duas eram inclusive bem ligadas enquanto Nana ainda trabalhava), faleceu de morte natural, jovem também, se não me engano, em consequência de uma leucemia. No sonho dessa noite, na véspera de completar 21 dias que perdia minha Nana, sonhei que ela apareceu com essa colega de trabalho, e, no sonho, eu me preocupava se Nana estava bem, se não estava sozinha onde estava. Foi então que Vânia disse "Ih, ela tá mais enturmada do que eu!".
Gente, na boa, eu nem lembrava da existência da Vânia. Ela me aparece no sonho só pra me afirmar que a minha Nana, cuja alma ainda me preocupa, estava bem e feliz, enturmada. Não seria diferente, Nana era a expressão da alegria em pessoa.
Sendo assim, deveria ser obrigada a acreditar nessa separação distinta entre corpo e alma. Ok, tudo bem, até acredito. Mas não sossego enquanto não souber direitinho como funciona e como podemos manipular o contato com essas energias.
Diário de Sonhos
Sempre tive sonho premonitórios, desde criança, habilidade herdada da minha mãe. Não necessariamente as coisas aconteciam exatamente como nos sonhos, mas, vários fatos importantes da minha vida, quando ocorreram, tinham a ver com algum sonho estranho dos 15 dias anteriores. O mais recente, um pesadelo que me acordou com batedeira, onde pessoas invadiam minha casa e levavam minha companheira embora, me avisava da sua morte, que ocorreria menos de um mês depois.
Anterior a este, em janeiro, tive um pesadelo horrível com muitos corpos empilhados, acordei com o forte cheiro de sangue que invadiu meu sonho. Na semana seguinte, a boate Kiss pegou fogo, matando mais de 250 pessoas. Olhando fotos da tragédia na internet, vi uma cena idêntica ao meu sonho, muitos corpos empilhados e o chão cheio de sangue. Veja, no meu pesadelo não tinha boate, nem fogo, era impreciso, muitos corpos. E poderia, como tantos outros sonhos que já tive, jamais ter se materializado. Pena que acontecer. Ou iria acontecer de qualquer forma, estava estampado em algum lugar, predestinado mesmo, porque de alguma forma, pude ver a cena ANTES que ela acontecesse.
Sou meio cética. Tenho um lado crítico que pende para a materialidade do mundo muito forte, adoro ler sobre ciências, inventos, futuro e medicina, mas esses sonhos premonitórios que desde sempre me acompanham me impelem a acreditar que existe algo, uma força maior, além de nós, que decidem coisas.
São forças imutáveis ou podem sofrer influência das nossas escolhas? Até que ponto nossa vida é destino, até que ponto é decisão? E você, já teve sonhos reveladores ou premonitórios? Acredita em alma, em vida após a morte, em reencarnação?
Para mim, acreditar não basta. Quero reunir fatos, provas, histórias o suficiente para comprovar a existência dessa teia invisível e mágica que nos une, nos liga. Se almas continuam existindo quando deixam nosso corpo, quero me comunicar com elas. Independente de religião, de dogma, de crença. Quero fatos.
Vamos encarar essa empreitada?
Anterior a este, em janeiro, tive um pesadelo horrível com muitos corpos empilhados, acordei com o forte cheiro de sangue que invadiu meu sonho. Na semana seguinte, a boate Kiss pegou fogo, matando mais de 250 pessoas. Olhando fotos da tragédia na internet, vi uma cena idêntica ao meu sonho, muitos corpos empilhados e o chão cheio de sangue. Veja, no meu pesadelo não tinha boate, nem fogo, era impreciso, muitos corpos. E poderia, como tantos outros sonhos que já tive, jamais ter se materializado. Pena que acontecer. Ou iria acontecer de qualquer forma, estava estampado em algum lugar, predestinado mesmo, porque de alguma forma, pude ver a cena ANTES que ela acontecesse.
Sou meio cética. Tenho um lado crítico que pende para a materialidade do mundo muito forte, adoro ler sobre ciências, inventos, futuro e medicina, mas esses sonhos premonitórios que desde sempre me acompanham me impelem a acreditar que existe algo, uma força maior, além de nós, que decidem coisas.
São forças imutáveis ou podem sofrer influência das nossas escolhas? Até que ponto nossa vida é destino, até que ponto é decisão? E você, já teve sonhos reveladores ou premonitórios? Acredita em alma, em vida após a morte, em reencarnação?
Para mim, acreditar não basta. Quero reunir fatos, provas, histórias o suficiente para comprovar a existência dessa teia invisível e mágica que nos une, nos liga. Se almas continuam existindo quando deixam nosso corpo, quero me comunicar com elas. Independente de religião, de dogma, de crença. Quero fatos.
Vamos encarar essa empreitada?
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