Essa noite foi muito calma, nem regressão, nem sonho, nem nada.
Até meditei um pouco, alterei a consciência, mas não encontrei a Nana. Tampouco cheguei a alcançar alguma vida passada, bastou que eu chegasse à Grande Biblioteca para ou adormecer ou viajar sem que me lembre.
Fazia tempo que uma noite não passava batida. O frio diminuiu, mas ontem não conseguia me concentrar, acho que é porque a casa tá muito bagunçada, esse processo de mudança. Tem um monte de coisas pra fazer, coisas fora do lugar, e, ao invés de resolver tudo logo, eu tenho tendência a protelar as coisas, fico enrolando, a Nana ficava enlouquecida comigo.
Ontem parecia que ela me cutucava, me animando a fazer coisas. Desmontei um cômodo todo, o quarto de hóspedes. O pessoal da imobiliária veio fazer avaliação para locação. Tudo muito triste pra mim. Quase morri de vergonha, receber o povo na zona que tá aqui. Expondo minha intimidade. Queria entender logo o sentido de tantas perdas, pois tenho consciência que, ao menos nessa encarnação, jamais fui uma pessoa cruel. Muito pelo contrário, até onde lembro, fiz de tudo por todos, sempre cedi, sempre abri mão de mim pelos outros. E parece que as coisas custam dar certo pra mim, por mais que eu tente fazer coisas boas para atrair coisas boas.
É, ficar lamentando também não resolve, vamos pra luta. Conseguir juntar meus cacos em sacos, caixas e sacolas, carregar e levar. Viver amontoada por um tempo, até conseguir me organizar. Pelo meu ritmo, talvez demore anos!
É isso, gente! A audiência do blog aumentando, maior orgulho! Super obrigada!
Taí. O dom da escrita é algo que ninguém tira de mim, que não tem perigo de eu perder. Preciso de mais?
:)
Beijos, Paz e Luz!
Nenhum comentário:
Postar um comentário