domingo, 14 de julho de 2013

Trepadeira da varanda

Hoje é domingão, lembrei direitinho do meu sonho e, embora ele não faça sentido algum, como a maioria dos sonhos, vou relatar.
Sonhei que antes de tirar a trepadeira da varanda para transportar para a casa da minha mãe, bati umas fotos dela tentando se apoiar na outra planta, e meu sobrinho viu no Facebook e achou muito louco e compartilhou com os amigos e fez o maior sucesso.
Uma loucura, a foto da planta que nem tá tão mara assim, pelo menos por enquanto.
Hoje foi foda. Amanhã  faz um mês que a Nana me deu o perdido e foi embora deste plano. Mas a saudade tá doída hoje. Ainda choro todos os dias praticamente. E tem dia, que nem hoje, que amanheceu um pouquinho mais fechado o tempo, esses dias é muito, muito pior. E sabe, eu sinto a Nana. E sinto que ela também está sofrendo, porque ela sabe o que aconteceu, mas ainda tem dificuldade às vezes. Ainda bem que é a menor parte do tempo, pois, na maioria das vezes, eu a sinto bem, em paz e por aqui ajudando.
Louco né? Eu não vejo, não escuto, mas sinto.
Andei treinando psicografia por duas noites seguidas. Saiu uns garranchos ininteligíveis. Eu sou muito metida a ser auto-didata, pois o mais lógico seria que eu procurasse um Centro Espírita e fizesse cursos, direitinho, bonitinho, pra desenvolver a mediunidade gradualmente e orientada, como deve ser. Mas eu tenho pressa e preguiça. Tento ser uma pessoa boa, então acredito que me rodeiam, em maioria, espíritos bons. Por isso arrisco essas viagens astrais, regressões e tentativas de comunicação tudo sozinha e sem medo.
Ainda quer encontrar umas três pessoas bondosas de boas vibrações para fazerem comigo a brincadeira do copo.
Por falar em regressão, ontem cheguei a ver em algo que seria uma vida anterior um molequinho de uns sete anos no final da década de 1920. Não sei se o moleque era eu, meu filho, ou alguém de quem eu cuidava, mas eu o vi correndo disperso em um campo, usava aquele macacão curtinho até o joelho, cinza, com camisa branca por baixo. O menino era loirinho, do cabelo liso.
Então o que acontece? Eu vejo essas coisas, me empolgo, perco a concentração, volto no susto e não vejo mais nada.
Até a próxima!

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