quinta-feira, 25 de julho de 2013

Sempre juntas

Essa noite sonhei com a Nana, sem a ajuda do aplicativo nem nada. Ou o sonho foi muito curto ou eu simplesmente esqueci o que veio antes e o que veio depois. Apenas lembro do rostinho rosado dela sorridente me dizendo pra eu não me preocupar que estaríamos sempre juntas.
Resultado? Não paro de chorar desde a hora em que levantei. Já estamos indo para dois meses que eu a perdi e a dor ainda não dá sinais de ceder. Já fazia uns três dias que eu não tinha notícias da minha baixinha, mas essa noite ela conseguiu aparecer. Se manifestar. Mas como eu só choro, nem sei quando ela volta.
Meu medo é de que talvez ela estivesse se despedindo para partir para um outro plano ou coisa parecida, pois o tom era de despedida. Mas também estou interpretando por conta própria.
Sonhei também que um amigo, que ano passado me propôs ser mãe de aluguel (olha a doideira) estava tentando engravidar uma outra amiga. No sonho, parece que fiquei meio enciumada.
Cuidar da Nana demandava muito tempo da minha vida, praticamente todo. Ela se foi, ficou um buraco gigante nos afazeres do dia a dia. Então pensei na proposta desse amigo, pensei em ter um bebê. Mas tenho algum receio de transferir todo essa amor pela Nana para o bebê e causar danos irreversíveis no emocional da criança e meu também. Então tô deixando quieto por enquanto essa história.
Então foram esses meus sonhos. Ontem estava com muita dor de cabeça, não consegui regredir. Tentei, mas dormi logo. Esse frio também não ajuda a meditar, caramba, a gente só quer se engruvinhar, não quer relaxar e esticar.
Ontem a Felícia me contou que estava brincando com o cachorro na sala e de repente o cachorro parou de brincar com ela pra latir para a poltrona vazia da sala. Felícia acha que era a Nana, e eu também, pois ela consegue se comunicar perfeitamente bem com o cachorro, que tem a mediunidade desenvolvida.
Coisa de doido, minha vida.
Beijos, Paz e Luz!

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