Então, né? Felícia disse que se fosse mesmo Nana que tivesse piscado a luz, a luz iria piscar de novo.
Hoje fui ao Centro Espírita com a minha mãe, na volta, ela viria em casa pegar umas coisas, que estou de mudança para a casa dela, estamos desfazendo minha ex casa aos poucos. No caminho de volta, minha mãe me seguia com seu carro, eu ia na frente, os postes do de determinada quadra do caminho apagaram assim que eu passei. Foi intenso, pois o Centro Espírita, independente da sua crença (eu, por exemplo, não acredito plenamente em tudo), mas mesmo assim é uma energia poderosa que rola ali, são pessoas muito boas desejando e fazendo o Bem, então você sai de lá se sentindo bem e pronto, impossível não se sentir em paz. Durante a palestra, vi um vulto passando entre a minha fileira de cadeiras e as da frente, mas até aí, no Centro, segundo eles, sempre está lotados de amigos de luz.
Pois na volta, vinha pensando na Nana com alegria, fato raro nesses últimos dias, que ando chorona ao desespero. Mas vinha com ela na cabeça e vinha alegre, voltando do Centro, os postes piscaram no caminho. Apelidei Nana de Gasparzinho, fantasminha pisca-pisca.
E por falar em minha mãe, ela é espírita faz um tempo já e muito forte, intuitiva, certeza que se for desenvolver é uma médium das boas. Ela disse que hoje estava experimentando umas roupas da Nana que eu levei pra ela e na sequência ela foi pegar um prato que era da Nana e estava debaixo de um bule, também da Nana. Quando ela ergueu o bule para pegar o pratinho que estava embaixo, a tampa do bule estourou em mil pedaços. Ela não entendeu a mensagem claramente, mas garante que a Nana estava tentando se comunicar. Minha mãe acha que ela quis dizer "oi, estou aqui!". Nana chamava minha mãe de mamãe.
Esses foram os dois fatos fortes, inexplicáveis e místicos acalentaram meu dia de hoje. Bem na noite em que não sonhei, fatos fortes marcam e pontuam meu dia.
Feliz! :)
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