quarta-feira, 10 de julho de 2013

Que lástima

Detesto sonhar, saber que eu sonhei, lembrar depois esquecer. Acho que vou ter que levar o caderninho pra do lado da cama, se eu quiser dar sequência nessa ideia maluca e viável de viajar através dos planos por meio dos sonhos.
Ontem, não liguei o aplicativo dos sonhos, porque a bateria do celular estava cheia. Decidi então usá-lo dia sim, dia não, já que tenho receio mesmo de engastaiar na tomada com a bateria cheinha, não adianta, tenho dó. Antes de dormir, tentei fazer o exercício da regressão, mas estava com muito sono já, dormi no meio. Ou seja, fui pra lugar nenhum. Tá fácil pra ninguém, né?
Essa noite sonhei, certeza, lembrei quando dei uma acordada com vontade de fazer xixi. Relembrei, pensei, quando eu acordar eu anoto, mesmo porque a lesa aqui nem levou bloquinho ou caderno pra do lado da cama. Legal, só que quando acordei, o sonho já era. Tinha a Nana, sempre, personagem querido e constante dos meus sonhos, pois tenho certeza que a gente se encontra. Mas não me recordo de fatos.
Hoje acordei meio tristonha, meio chororô, e nem foi porque não lembrei do sonho. Foi saudade mesmo. Por mais em paz, descansando, em um lugar melhor e feliz que a pessoa esteja, nós somos essencialmente egoístas, preferia ela mil vezes me chamando a noite toda, precisando de cuidados. Droga, viu?
Agora seguir, o empenho em me tornar consciente dos sonhos, conseguir uma comunicação com os espíritos e lembrar de vidas passadas tornou-se questão de prioridade pra mim.

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