quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Sonhar com banco

Gente, segunda vez na semana que eu sonho com banco.
Dessa vez sonhei que estava para me tornar gerente da Caixa, estava passando por um tipo de processo de seleção, sei lá, estavam tentando escanear o meu cérebro pra ver se eu tinha os pré-requisitos pra ocupar a vaga de gerente. Oi?!?
Primeiro: não estou interessada em vaga nenhuma, muito menos de gerente de banco. Estou interessada sim, em arranjar meios de viver da escrita, de blog, de e-book, de qualquer coisa que atice meu potencial criativo, porque a vida já não é fácil fazendo o que se gosta. Eu não tenho o menor talento para gerente de banco, sou desorganizada e avoada, que jeito? Não sei lidar com dinheiro, vivo no vermelho, um caos.
Então, descartada a hipótese de ser um sonho premonitório sobre meu futuro profissional, que será que é sonhar com banco? Pobre sonhando com banco boa coisa não deve ser, será?
Eu sei que foi um sonho bom, apesar que, pra mim, gerenciar um banco deve ser algo próximo de pesadelo. Não sonhei com a Nana, a regressão que consegui fazer foi muito rápida e sem sentido: eu segurava um punhal, tinha as unhas pintadas de escuro. Será que ia matar alguém? Não deu pra saber. Vai ver, né? Vai ver é por isso que a gente não costuma se lembrar muito do que fez no passado, tem coisa que é melhor nem saber.
Vi apenas essa cena, fiquei na vida rapidinho e já voltei. Mas foi boa a meditação, eu consegui ficar bastante tempo naquele limiar entre o dormir e o acordado, aquele que a consciência toma forma e peso diferentes, aquele estado em que a gente é meio corpo, meio alma.
Já chorei e já prometi que não vou mais chorar. E já descumpri. E sigo conversando com a Nana como se ela pudesse ouvir, peço opinião. Ontem quase não a ouvi, tampouco mal parei para escutar.
E que ventos de bons presságios acompanhem a todos nós!
:)

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