sábado, 17 de agosto de 2013

Sonhar com a Marisa Monte

Sei lá como funciona a cabeça da gente. Ontem passei o dia todo com uma música do Paralamas na cabeça, daí essa noite sonho com Marisa Monte. Sonhei que o metrô de São Paulo estava cheio de plantas, samambaias penduradas por todos os lados, e apareceram com a notícia de que a Marisa Monte havia sido vítima de violência urbana.
Tadinha, espero que não seja nada.
Ainda acordo pensando na Nana, não me lembro dela ter aparecido no sonho maluco com a Marisa e o metrô. Mas sempre logo pela manhã, quando acordo já cantando (coisa que ela fazia, eu sempre fui a mau humor pela manhã), converso com ela, comento como será nosso dia, das coisas que temos que fazer. É interessante como eu sinto a presença dela, mesmo. Hoje foi bem marcante sua presença aqui. A conversa foi nesse tom "O Tiago falou que eu não posso ficar te chamando, que isso atrapalha a sua evolução, pra eu não ficar conversando com você, mas você pensa que eu ligo? Eu não. Eu não acho que isso te atrapalha, a gente era tão grudada, 24horas, você acha que de uma hora pra outra você tem que ir embora, assim, do nada? Eu acho que não. Acho que você fica meio lá, meio cá. É o que eu sinto. Se eu estiver atrapalhando, você pode ir. Eu não acho ruim, sério. Mas se você pode ficar sem atrapalhar nada, que é que tem? A gente troca uma ideia, ué." E sigo conversando, às vezes ela responde, outras não. A resposta, obviamente, não é sonora, mas ocorre dentro da minha mente, que formula uma resposta razoável para as sandices que eu digo ao espírito dela. Pode ser coisa da minha cabeça, pode ser a consciência dela.
Importante, eu acredito!
Minha mãe diz que o Allan Kardec não se conformava como alguém poderia pensar que tudo acaba, a inteligência, a personalidade da pessoa, como isso poderia acabar assim, de uma hora pra outra? Não pode, né, gente? Certeza que ela vive. O que mata é a saudade, essa malvada.
Vou indo nessa antes que eu consigo me tornar ainda mais brega do que já tenho sido.
 Beijos, Paz e Luz!

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